14.4.16

As pinturas do 3ºano

A turma do 3ºano da EB de Vale de Santarém, também, tem dedicado o seu tempo a pintar algumas letras para a receção à escritora Lurdes Breda.
Trabalho realizado pelos alunos do 3ºano da professora Margarida Crespo

Trabalho realizado pelos alunos do 3ºano da professora Margarida Crespo

Trabalho realizado pelos alunos do 3ºano da professora Margarida Crespo

Trabalho realizado pelos alunos do 3º ano da professora Margarida Crespo

Letras pintadas e muito bem trabalhadas

Quanto aos alunos do 2ºano, estão muito orgulhosos de terem sido os impulsionadores da preparação da receção à escritora Lurdes Breda.
Trabalho realizado pelos alunos do 2ºano da professora Isabel Monis

Trabalho realizado pelos alunos do 2ºano da professora Isabel Monis

Trabalho realizado pelos alunos do 2ºano da professora Isabel Monis

Trabalho realizado pelos alunos do 2ºano da professora Isabel Monis

13.4.16

Que L tão original...

Quanto aos alunos do 1º ano da EB de Vale de Santarém, também, se têm aplicado para apresentar as suas letras...e encantarem Lurdes Breda.
Trabalho realizado pelos alunos da T.1 da professora Cristina Marchante

Trabalho realizado pelos alunos da T.1 da professora Cristina Marchante

Trabalho realizado pelos alunos da T.1 da professora Cristina Marchante

A recortar, a colar e a pintar...se descobre o O e o P

Na EB de Vale de Santarém, após a visita da turma do 2ºano, deu-se início à construção de letras para decorar o espaço de receção à escritora Lurdes Breda...



Trabalhos realizados na sala da educadora Paula Valadas
 
Trabalhos realizados na sala da educadora Paula Valadas

Trabalhos realizados na sala da educadora Paula Valadas
...é grande o entusiasmo das crianças do Jardim-de-Infância.

12.4.16

Na EB de Vale de Santarém prepara-se a receção à escritora Lurdes Breda

Após o diálogo sobre a biografia da escritora Lurdes Breda, cada aluno do segundo ano da EB de Vale de Santarém recebeu uma frase sobre a sua biografia a fim de a memorizar.
Numa aula posterior, foram às restantes turmas da escola a quem apresentaram a biografia memorizada, assim como algumas quadras da obra O Alfabeto Trapalhão e anunciaram a visita de Lurdes Breda para o dia 14 de abril.

Lurdes Breda, uma autora de livros para crianças e jovens


Lurdes Breda é autora de dezanove obras e coautora de outras onze, editadas em Portugal, no Brasil e em Moçambique. É conhecida, sobretudo, como escritora de livros para crianças e jovens.
O seu livro O Alfabeto Trapalhão é um dos livros aconselhados pela Casa da Leitura da Fundação Calouste Gulbenkian e foi um dos livros selecionados pela Direção-Geral do Livro e das Bibliotecas para estar no Pavilhão de Portugal, país convidado em 2012, na Feira do Livro Infantil de Bolonha, em Itália.
Ainda em 2012, esteve presente como escritora convidada na I Mostra de Literatura Infanto-Juvenil.
É membro da Confraria Cultural Brasil-Portugal, sócia do Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora, do Grupo Poético de Aveiro e da Amigos do Concelho de Avis - Associação Cultural.
Foi premiada em vários certames literários nacionais e internacionais. Em 2005 foi distinguida com o Prémio "Mulheres de Valor" e em 2014 recebeu a Medalha de Mérito Municipal Cultural.

Coorganiza, com a Biblioteca Municipal Afonso Duarte de Montemor-o-Velho, a rubrica "Conversas com sabor a canela" e coordena, com a mesma instituição e com o Município de Montemor-o-Velho, o evento internacional "Munda Lusófono - encontro Literário de Montemor-o-Velho.
 Participa em atividades que visam a integração da pessoa com deficiência na sociedade e a promoção do livro e da leitura, em escolas e bibliotecas de todo o país. Colabora em revistas e em jornais de âmbito nacional e regional.






Informações recolhidas no Site “palavras com alma”: http://lurdesbreda.wordpress.com/

11.4.16

O Alfabeto Trapalhão uma obra de Lurdes Breda

Numa aula posterior à criação da capa para o título O Alfabeto Trapalhão, os alunos do 2ºano da EB de Vale de Santarém tiveram outro desafio: descobrir qual seria a capa do livro, cujo título tinha sido apresentado na última aula.
Assim, perante a exposição de várias capas de livros, sem o título visível, tiveram de descobrir qual é que corresponderia ao título O Alfabeto Trapalhão, tarefa que não se revelou fácil.


Após a descoberta da verdadeira capa, a professora bibliotecária apresentou o livro e deu início à sua leitura.

O A lembra uma casinha,
Com o telhado inclinado.
Mora aí uma andorinha,
Que viaja para todo o lado.

O B não vai em cantigas,
Farta-se de comer e beber.
Tem duas grandes barrigas
A abarrotar de tanto encher.

O C descansa curvado
Como uma lua minguante
que chega ao céu estrelado
tão dourada e brilhante!


(...)

10.4.16

À descoberta da obra O Alfabeto Trapalhão

No âmbito da disciplina de Oferta Complementar, os alunos do 2ºano da Escola Básica de Vale de Santarém têm vindo a ler o livro O Alfabeto Trapalhão, escrito por Lurdes Breda e ilustrado por Rute Reimão.
Contudo, antes de conhecerem a obra, imaginaram como seria a ilustração da capa para o título O Alfabeto Trapalhão.

6.4.16

Finalista da Grande Final do Literacia 3D - Escola Alexandre Herculano


O aluno André Noronha foi o aluno que conseguiu obter melhor resultado na Prova de Matemática do concurso promovido pela Porto Editora "Literacia 3D - o desafio pelo conhecimento" ao nível do distrito de Santarém.
Assim, a Escola Alexandre Herculano, através do seu aluno André Noronha, representará o distrito de Santarém na Grande Final que se irá realizar em Lisboa em meados do mês de maio.

Muitos Parabéns, André! Desejamos-te muito sucesso na próxima etapa.


2.4.16

Dia Internacional do Livro Infantil

Todos os anos, a Direção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB) publica um cartaz com ilustração do vencedor do Prémio Nacional de Ilustração do ano anterior. Em 2016, a imagem é do escritor e ilustrador Afonso Cruz.

http://dglab.gov.pt/dia-internacional-do-livro-infantil/

Segundo a DGLAB, o Dia Internacional do Livro Infantil comemora-se a 2 de abril, data do nascimento do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen. Para assinalar este dia, o IBBY (International Board on Books for Young People) divulga anualmente uma mensagem de incentivo à leitura dirigida às crianças de todo o mundo que, este ano, é da responsabilidade do Brasil, constando de um texto da escritora Luciana Sandroni, que aqui deixamos.


1.4.16

"Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor em Cartaz"

 

 No próximo dia 23 de abril comemora-se o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, pelo que, num desafio de reflexão sobre este Dia Mundial, as Bibliotecas Escolares convidam os alunos dos 1º, 2º e 3ºCiclos a participarem no Concurso "Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor em Cartaz".

"Livros de muitas cores"

De 1 de abril a 7 de maio, está patente na Torre do Tombo, em Lisboa, a exposição "Livros de muitas cores". Segundo a DGLAB, é uma exposição que "celebra o livro, a poesia e a literatura para a infância".

http://www.dglb.pt/sites/DGLB/Portugues/noticiasEventos/Paginas/LIVROS-DE-MUITAS-CORES.aspx

20.3.16

"Nunca precisámos tanto de poesia", mensagem de Nicolau Santos


https://www.spautores.pt/destaques/mensagem-da-spa-para-o-dia-mundial-da-poesia-21-de-marco
Imagem e texto retirado da página da SPA
Amanhã, 21 de março, comemora-se o Dia Mundial da Poesia, pelo que deixamos aqui o registo da mensagem da Sociedade Portuguesa de Autores da autoria de Nicolau Santos.


NUNCA PRECISAMOS TANTO DE POESIA


Não sei o que é boa ou má poesia, assim como não sei o que é um bom ou mau quadro. Sei a poesia de que gosto e a de que não gosto. Sei que todos os grandes poetas tem alguns poemas que me deixam completamente indiferente e sei de maus poetas que tem pelo menos um poema que me toca. Sei de quem sabe burilar as palavras e de quem só as coloca em tosco. Sei de quem sabe tirar leite das pedras e de quem nunca lhes descobre a magia. Sei que a poesia nunca será reduto só de uns, deixando à porta os refugiados da palavra. Não conheço o jardim onde nascem os poemas nem o cemitério onde se enterram os maus poetas.
Sei que a poesia é a tradução dos sonhos, uns melhores, outros piores, uns excepcionais, outros banais. O sonho da evasão, do impossível, do intangível. O sonho de podermos voar. Eu, quando morrer, gostava de voar em direção ao meu país perdido, que eu sei que ainda existe algures a sul, mesmo que os donos do país que lá existe, e que já não é o meu país, me tenham proibido agora de ter a nacionalidade do meu país. Mas isso já aconteceu a tantos poetas, dos verdadeiros, dos bons, dos grandes e eu não sou poeta…
Além disso, como sublinha o Manuel António Pina, não importa onde os poemas são escritos porque eles estão dentro de nós e nós pertencemos sempre ao mesmo sítio embora possamos estar noutros sítios, muito longe do sítio a que pertencemos.
Gosto de aeroportos, porque aí começam muitos sonhos. Todas as pessoas deviam ter um aeroporto dentro de si. Assim como há a literatura de aeroporto, também deve existir a poesia de aeroporto dentro de nós. É quando os poetas ou simplesmente os escrevinhadores de poemas encontram alguém que os ensina a pendurar-se nas estrelas e a deixar voar o pensamento para lá de todas barreiras humanas, deixando atrás de si um rasto do pó brilhante das galáxias.
Também gostava de estar sentado numa nuvem a dar pontapés na Lua, como dizia o Mário-Henrique Leiria. É assim que devíamos viver a vida toda e não a calcular o PIB, e o défice, e a dívida, e o quantitative easing, e as taxas de juro, e a taxa de desemprego, e a confiança dos investidores e dos consumidores, e a actividade empresarial. A poesia nunca entra nas reuniões da Comissão Europeia, e do Eurogrupo, e do Banco Central Europeu e do Fundo Monetário Internacional.
E no entanto eles torturam as palavras, tentam que abdiquem da poesia que está dentro delas para que elas nos cheguem amaciadas, tranquilizadoras, anestesiantes, não vá termos algum sobressalto cívico e as coisas não correrem como eles querem. Depois, há muitas pessoas que vão às televisões dizer-nos palavras que têm outros significados. Falam-nos em reestruturação e querem dizer encerramentos de empresas, agências de bancos, serviços. Falam-nos em rescisões por mútuo acordo e querem dizer despedimentos. Falam-nos em racionalização dos serviços públicos e querem dizer que vamos ter menos apoios sociais e um Serviço Nacional de Saúde pior por falta de meios. Falam-nos em resolução e é mais um banco que vamos ter de pagar. Falam-nos em procurar oportunidades de emprego e é para a emigração que nos estão a enviar.
Como diz a Filipa Leal, a Europa continua a fazer contas – quem deve, quem empresta, quem paga – enquanto os seus filhos têm fome e sono e medo do escuro. “Eu acreditei em ti / e tu roubaste-me o futuro e o dos meus irmãos”, escreve ela – e eu subscrevo. E os poetas, todos os poetas subscrevem. Esta não é a Europa solidária sonhada pelos pais fundadores. Esta não é a Europa das luzes, da cultura, do progresso e da modernidade. Esta Europa é mesquinha e gerida por mangas de alpaca com dedos sujos da tinta com que passam os cheques e unhas compridas de avidez. Nesta Europa não há espaço para sonhos, para a imaginação, para o indizível, o extraordinário, o intangível. Nesta Europa, a poesia não tem lugar à mesa.
A poesia não traz qualquer mais-valia, nem faz subir os índices na bolsa, nem paga ordenados de luxo. Não há nenhum poeta que tenha ficado rico em termos materiais a escrever poesia. Ao contrário, há muitos poetas que morreram na miséria. A poesia só atrapalha a vida dos que não querem saber para nada da poesia. A poesia só inquieta os que querem a vida sem qualquer poesia. A poesia não contribui para o aumento da riqueza nacional medida pelas estatísticas, mesmo que já tenha sido inventado o PIB medido em termos da felicidade. Mas esse nunca entra nas contas dos credores, dos investidores, dos banqueiros, dos empresários, dos corretores, dos mercados.
E no entanto nunca precisámos tanto de poesia. E no entanto a crise e o ajustamento e a austeridade e a troika e a subida de impostos e o corte de salários e a vida cada vez mais cara e difícil e o desemprego e a emigração e o péssimo futuro da Nação, nada, mas mesmo nada conseguiu impedir que a poesia renascesse por toda a parte. Há cada vez mais poesia e mais poetas. Bons, maus, assim assim, excepcionais, medíocres. Há cada vez mais bares e teatros e cinemas e restaurantes e anfiteatros onde se diz poesia. Há cada vez mais livros de poesia de editoras com nome, sem nome ou de vão de escada. À medida que o PIB encolhe e a pobreza envergonhada aumenta temos cada vez mais necessidade de poesia. Para dizer não aos mandantes, dizer não aos executantes dos mandantes, para escapar à padronização que nos querem impor, para fintar o destino a que nos estão a acorrentar e para lhes provar que podem confiscar tudo – menos domar o nosso espírito, a nossa liberdade de criar, a nossa vontade de sonhar.
Sim, eles têm tudo e nós só temos as mãos cheias de nada. Mas o que eles têm vale muito pouco quando as palavras se juntam em torno da poesia. É essa rebeldia que eles temem, a rebeldia das palavras que não controlam, a rebeldia dos poemas que escapam para a rua e vão de casa em casa acordar a consciência de cada um, e dar-lhes esperança, e anseios, e vontade de mudar. Eles querem-nos fracos de corpo mas sobretudos fracos de espírito. Querem-nos mansos e subservientes, agradecidos e obrigados. Mas não conseguem travar a poesia. É ela que nos alimenta, é a nossa seiva, o nosso húmus, é ela que faz com que “os braços dos amantes escrevam muito alto / muito além do azul” (Mário Cesariny) todas as palavras-sonho, todas as palavras-esperança que eles não querem que sejam escritas, todo um futuro diferente daquele que estão a preparar para nós.
Apetece gritar-lhes muito alto, como fez Natália Correia: “Ó subalimentados do sonho / A poesia é para comer!”. Viva a Poesia!
Nicolau Santos
Jornalista, poeta e divulgador de poesia

19.3.16

A poesia, segundo Aristóteles

A RTP Ensina escolheu uma frase de Aristóteles sobre Poesia para lembrar o Dia Mundial da Poesia que se comemora no dia 21 de março.

"A poesia imita e recria a realidade através da linguagem, do ritmo e melodia. Desperta sentimentos e sensibiliza".

Imagem da autoria da RTP Ensina


18.3.16

Encerramento da Noite da Poesia

Para finalizar a declamação de poemas, a professora Margarida da Franca, Diretora do Agrupamento de Escolas, leu o poema "As portas" de Álvaro Magalhães.

As portas

"Ninguém se lembra
Que a porta de casa tem duas caras:
a de dentro e a de fora.
Se uma ri, a outra chora.

A de dentro está aconchegada,
sente o calor da lareira e das pessoas,
sabe o que há para o jantar,
cheira e vê as coisas boas.

A de fora dorme à chuva,
gela de frio e de tristeza.
Recebe os golpes de vento
e o chichi dos cães vadios.
As pancadas do carteiro
que bate sempre três vezes,
e a perícia dos ladrões,
que não batem nenhuma.

Agora um segredo: ficam a saber
que as duas caras da porta não são muito dadas
o que não admira: não se podem ver.
Estão sempre de costas voltadas.

As duas são a porta da casa
Mas a de fora vive na rua
e a de dentro é quem lá mora.

Ninguém se lembra que a porta
Tem duas caras
Se a de dentro ri, chora a de fora".

Por fim, todos os presentes foram convidados a ir até à biblioteca para comer uma fatia de bolo e beber um chá ou café, simpaticamente preparados pela Equipa da Cozinha.



Bolo e chá - Kizoa Editar Videos - Movie Maker


Ali mesmo ao lado, algumas crianças preferiram ler um livro.


Participação da Família na Noite da Poesia

O auditório foi pequeno para acolher todos quantos quiseram participar, contudo as crianças sempre alegres e com grande capacidade de adaptação a novas solicitações, tanto se acomodaram às cadeiras como ao chão para dar lugar a mais familiares.
A Equipa das Bibliotecas Escolares ficou muito feliz com o sucesso de mais uma Noite de Poesia , pelo que agradece a todos quantos estiveram presentes.


Participação dos alunos da EB Alexandre Herculano na Noite da Poesia

Entre o público estavam alguns alunos do 2ºciclo que quiseram participar...


Por ocasião do concurso "Faça lá um poema", a Diana apresentou vários acrósticos e aproveitou a ocasião para ler um na Noite da Poesia.


 Por fim, o Rafael Raimundo apresentou o poema "Até aos dias de hoje" com o qual concorreu ao concurso "Faça lá um Poema" tendo ficado em primeiro lugar e, como tal, representou o nosso Agrupamento ao nível nacional.




Participação dos alunos da EB de Combatentes na Noite da Poesia

Nas aulas de Oferta Complementar, os alunos do 2ºano conheceram a história Acho que posso ajudar da autoria de David Machado e com ilustrações de Mafalda Milhões.
Tendo por base a ideia principal que norteou a história, os alunos foram desafiados a construir uma base de palavras que rimassem entre si, assim como a construírem estrofes seguindo um exemplo dado pela professora.  Seguindo este processo, os alunos divididos em pequeno grupo partiram à descoberta de problemas simples que acontecem no dia a dia e da resolução para o mesmo.


Surgiu, então, o poema...

Dado o titular de turma ser da área de Educação Musical, disponibilizou-se para musicar o poema.




Poema acho que posso ajudar from Risoleta Montez



Parabéns a todos!