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2.5.26

Semana da Leitura: Leitura ao ar livre - E.B. Póvoa da Isenta

A professora Ana Campos, titular da turma 1 da Escola Básica da Póvoa da Isenta, proporcionou aos seus alunos um mergulho no prazer da leitura ao ar livre.

No pátio da escola estendeu umas mantas e foi onde os alunos do 2º ano leram a história Rato do Campo e Rato da Cidade aos seus colegas do 1º ano.







De seguida, criaram uma ilustração da história.




A leitura já é por si só um momento de relaxamento, mas fazê-lo ao ar livre iluminado pelo sol torna o momento muito mais saudável.
De facto, as atividades ao ar livre, em espaços oxigenados, são apontadas como excelentes para melhorar o foco e a concentração.
Que a leitura ao ar livre entre na rotina destas crianças, tanto na escola como nas famílias. Num país com tantas horas de sol e tantos espaços verdes, aproveitemos os momentos ao ar livre para que as nossas crianças estejam menos tempo presas aos ecrãs.



15.3.16

Elos de Leitura na EB de Póvoa da Isenta

Na EB de Póvoa da Isenta, o dia começou com a audição do CD com o relato do conto A Arca do Tesouro. Esta obra tem o texto original de Alice Vieira que serviu de base para a obra musical original Um Pequeno conto Musical, de Eurico Carrapatoso. Este concerto ao vivo foi gravado com a atuação da Orquestra Metropolitana de Lisboa, o narrador foi Luís Miguel Cintra e a direção musical da responsabilidade de Cesário Costa.
 

















 Após a  audição do conto dialogámos sobre os nossos sentimentos e o cuidado que devemos ter para não magoar os outros com as nossas palavras e as nossas atitudes.
Então, os alunos dos 1º e 2º anos que têm vindo a trabalhar este conto em Oferta Complementar, revelaram as suas estratégias para não magoarem os colegas, assim como para se confortarem quando estão mais tristes. Ou seja, eles seguiram a sugestão dada pela avó da Maria: construíram a sua caixa do tesouro para onde deitam todas as palavra que lhes apetece dizer quando estão zangados e colocaram palavras que gostariam de ter alguém a dizer-lhes quando estão tristes.

Para quem queira ler o início deste conto, ficam aqui as primeiras páginas. É uma obra lindíssima que vale a pena adquirir.



17.3.15

A Arca do Tesouro na EB de Alexandre Herculano

A Arca do Tesouro chegou à EB de Alexandre Herculano, mais especificamente, às turmas 5ºE e 6ºano A e C.
Ao longo da leitura do conto, a professora bibliotecária foi relatando a história da Maria que que se insurgia contra o dia a dia comandado pelas pressas dos adultos e das suas dúvidas perante frases ditas pela mãe.

"Maria adora balões.
Mas a mãe diz que ela já não tem idade para balões (nem para balões nem para colo, pelos vistos...), e que a vida está muito cara e que não há dinheiro para o que faz falta, quanto mais para o que não faz falta e não serve para nada.
- Nesta vida - diz-lhe a mãe - tudo tem de servir para alguma coisa.
Quando às vezes o sono custa a chegar, Maria fica muito tempo a pensar nas palavras da mãe.
E repete-as, muito baixinho, muito devagar, como se fosse uma cantiga das que se cantam aos bebés para que tenham um sono descansado:
- Para que servem as estrelas? - pergunta Maria, olhando o céu através dos vidros da janela do quarto.
Para que serve o pássaro que canta na árvore da rua em frente da casa?
Para que servem as flores nos canteiros do jardins?
Para que servem as histórias que ela gosta de ler?
Para que serve a música que ela gosta de ouvir?
(...)
E para que servem os abraços?
e os beijinhos
e as festas
e o mimo
e o colo
e os sorrisos
e as lágrimas?"
(...)

A Arca do Tesouro é uma belíssima obra literária, com texto de Alice Vieira e ilustração de João Fazenda, e que serviu de base para a obra musical Um pequeno conto musical de Eurico Carrapatoso.

No final da leitura do conto, os alunos construíram um sobrescrito em origami. Também escreveram as palavras e frases que gostam de ouvir e colocaram-nas dentro do sobrescrito.





16.3.15

A Arca do Tesouro na EB de Salvador

Ontem, ao fim do dia, a professora bibliotecária foi a mais uma escola contar a história da Maria que se habituou a ter sempre por perto a sua arca do tesouro.
Quanto aos alunos da EB de Salvador, aprenderam a fazer um sobrescrito para lá colocarem o seu tesouro.


Mais uma Arca do Tesouro no JI da Quinta da Anacoreta

Ontem foi a vez das crianças da sala da educadora Helena receberem a professora bibliotecária para ouvirem o conto A Arca do Tesouro.
Ouviram a história da Maria que tinha uma arca do tesouro que lhe foi dada pela avó.
"- Às vezes - disse a avó - também temos saudades de algumas palavras. Palavras que formam frases que não dizemos muito.
Ou, quando as queremos dizer, até parece que nos ficam agarradas na garganta e não conseguem sair de lá. Por exemplo...gosto muito de ti...Quantas vezes queremos dizer esta frase e não dizemos? Porque temos vergonha...
(...)
Então abres a caixa e deitas também essas palavras lá para dentro. E ainda não é tudo. Se tiveres saudades de alguém ou de alguma coisa, também podes dizê-lo para dentro da caixa. Ela entende tudo!"

As crianças perceberam a mensagem da avó da Maria e vão seguir o seu conselho.


12.3.15

A Arca do Tesouro - ainda no JI de Choupal

Após ouvirem o conto A Arca do Tesouro, cada criança expressou os seus sentimentos através da expressão plástica.

A Arca do Tesouro - JI de Choupal

A professora bibliotecária continuou a sua viagem e foi visitar as crianças do Jardim de Infância de Choupal.

Primeiro esteve na sala da docente Rosa Montez onde contou a história da Maria que recebeu da avó uma arca do tesouro.

Como a Maria, também as crianças quiseram colocar tesouros na sua caixa do tesouro. Então, pintaram coloridos corações e colocaram-nos na caixa azul. Assim, quando estiverem tristes, podem ir à sua caixa do tesouro e ver os corações alegres, felizes e ficarão muito melhores.


11.3.15

A Arca do Tesouro no JI de Quinta da Anacoreta


Na sala da docente Cristina Faro também se ficou a conhecer o conto de Alice Vieira, A Arca do Tesouro.

Olharam para dentro da caixa levada pela professora bibliotecária e viram que estava vazia, como a caixa que a avó tinha dado à Maria.

 "Maria olhou para dentro da caixa, mas não viu tesouro nenhum. Nem tesouro nem outra coisa qualquer. Nada de nada. A caixa estava completamente vazia...
- Aqui não há tesouro nenhum...- murmurou ela.
A avó deu uma grande gargalhada.
(A avó nunca tinha voz de inverno)
- Claro que não! O tesouro és tu que o vais pôr aí dentro!

Maria não estava a entender nada.
Que tesouro?
E onde ia ela agora descobrir um tesouro?
E quanto custava um tesouro?
A mãe estava sempre a dizer que não havia dinheiro para nada e que por isso é que o pai chegava a casa cada vez mais tarde...

Então a avó explicou-lhe que há muitos tesouros mesmo, mesmo à nossa beira, só que nós é que não damos por eles..."

No final da audição do conto, foram buscar imagens para colocarem na arca do tesouro da sua sala.


 

















Além de terem ouvido o conto, o encontro com a professora bibliotecária foi ocasião para receberem o prémio por terem participado no concurso da Semana da Leitura no ano letivo 2013-2014.




10.3.15

Comemoração da Leitura - JI de Fontaínhas

A Arca do Tesouro, da autoria de Alice Vieira, foi o conto escolhido para ser contado ao longo da Semana da Leitura .
Hoje, as crianças do JI de Fontaínhas receberam a professora bibliotecária que lhes contou a história da Maria que não gosta da chuva, do vento, das tardes escuras e das manhãs geladas.

"Porque então as pessoas ficam com uma voz áspera, suportam mal o cheiro da humidade entranhado nas camisolas e nos casacos

espirram
         têm tosse
               gritam
                    respondem torto
                         têm saudades dos amigos que desapareceram
                                     protestam por tudo e por nada.

Até a mãe da Maria fica, nesse tempo, igualzinha às outras pessoas - e às vezes diz palavras que magoam.
E não se pode culpar ninguém: é a chuva, o vento, as tardes escuras e as manhãs geladas que as fazem ficar assim.
Com voz e olhos e coração de inverno.

Nada a fazer."

(...)


Este é um conto maravilhoso de Alice Vieira que nos lembra da importância das palavras e nos ajuda a descobrir tesouros, pois "há muitos tesouros mesmo, mesmo à nossa beira, só que nós é que não damos por eles..."

Vejam lá se descobrem esses tesouros...

Quanto às crianças do JI de Fontaínhas já têm palavras para a caixinha azul da sua sala, é o seu tesouro.