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19.11.17

Oficina de Escrita - Momento de Poesia

A Oficina de Escrita da última terça-feira foi dedicada à poesia.
Por proposta do professor Rui Gonçalves, os alunos construíram um poema livremente.
Escrever sem tema, sem título, sem palavras nem dicas, apenas uma folha branca e material de escrita...
Este conjunto de condições seria um obstáculo para os que não gostam de escrever, mas para os jovens que integram esta oficina bastou-lhes uns breves minutos de reflexão para que as ideias surgissem...
Ora leiam e apreciem...

Lutar

Eu luto para conseguir
os meus objetivos atingir.
E quando falo em lutar
Falo em estudar
e em tudo o que aparecer
ao longo da minha vida.

Luto pela paz, luto pelo amor
Faço o que for preciso.
O que eu não quero
é que exista a dor.

Falo e falo muito, isso é verdade,
mas quando se trata de ajudar
Sou sempre o primeiro a tentar.
                               Rafael Vieira



Chamem por mim

Quando os seres humanos
virem que estão errados.
E, por fim, entendam
as consequências dos seus pecados.
Chamem por mim.

Quando as árvores deixarem
de morrer constantemente
e a paz reinar eternamente.
Chamem por mim.

Quando, neste planeta,
houver uma respeitada lei
e deixar de haver alguém
que de todos se acha rei
chamem por mim
E ao mundo os olhos abrirei.
                              Rafael Raimundo



Sementinhas

Num lindo jardim, repousava
uma flor com grande beldade
que num dia de sol fez nascer
uma enorme e eterna amizade.

Criou duas lindas sementinhas
que brincavam nas suas pétalas
e contavam segredos uma à outra
por baixo das suas sépalas.

Mas um dia o vento soprou
com uma força inimaginável
separando as duas sementes
com uma dor incalculável.

Longos anos se passaram
e com eles mudaram as sementes.
Agora já eram plantas, que sem saber,
da mesma terra eram residentes.
                                   Diana Barreto


E assim, ao fim de um dia de aulas, estes jovens aproveitam o momento para mostrar o seu enorme talento. Muitos parabéns! 
É uma honra ter a vossa companhia, sempre cheia de magia!                   




5.11.17

Oficina de Escrita

Quanto à Diana Barreto, escolheu este "balde"...

Escolhi este objeto, porque foi uma prenda da minha melhor amiga, a Mariana Paulino, a quem eu chamo Nicas. Este "balde" foi feito a partir de uma caixa de gomas que ela comprou em França e contém as 85 razões porque somos amigas.
A Nicas e eu conhecemo-nos na natação há cerca de cinco anos. Desde então, continuamos as melhores amigas e, embora ela more em Alpiarça, mantemos o contacto todos os dias por mensagens.
Nós temos muitas coisas em comum e sentimo-nos bem uma com a outra. Nós comparamo-nos com as personagens da coleção "A Escola do Bem e do Mal", de Soman Chainini
Apenas nos vemos uma vez por semana e estamos sempre com saudades uma da outra.

Oficina de Escrita

Quanto ao Rafael Vieira, escolheu o telemóvel...


Há uns anos atrás eu via os meus colegas com iPpad, super iPad e desejava imenso ter um também. Quando fiz nove anos, pedi um à minha família, mas disseram-me que não era possível porque não havia dinheiro. Naquela altura, não consegui compreender a sua recusa, mas agora entendo.
Passados alguns anos ofereceram-me um telemóvel e foi um momento muito importante para mim.

Oficina de Escrita

Um novo desafio para os alunos que frequentam a Oficina de Escrita:
Para esta sessão os alunos levaram um objeto verdadeiramente pessoal e relevante na sua vida, sobre o qual tiveram de construir um pequeno texto fundamentando a escolha.

O Rafael Raimundo escolheu...


Escolhi este objeto, porque me faz lembrar os felizes tempos da minha infância. Recebi-o quando fiz seis anos, estava a passar o meu aniversário na Disneyland Paris e foi lá que os meus pais o compraram.

Como a minha memória anterior aos meus oito anos é muito escassa, limitando-se a uns pequenos "flashes", este objeto é uma das formas de me recordar desses tempos. O seu rosto sempre alegre lembra-me a felicidade nos piores momentos e as suas roupas de aventureiro animam o meu espírito de aventura.


14.10.17

A escolha do Rafael Raimundo...

A imagem com a qual o Rafael se identificou foi...


Querem saber a razão? Então leiam o seu texto...

Eu, como o mar, sou calmo, mas, por vezes, fico nervoso e "falta-me o ar". Tal como o mar, ainda tenho milhares de segredos por desvendar.
A vastidão do mar é, para mim, uma fonte interminável de imaginação.
A imagem também mostra uma gaivota que, tal como eu, voa livremente até encontrar o seu destino.



A escolha do Rafael Vieira

Quanto à escolha de Rafael Vieira foi...


Identifico-me com esta imagem, pois tem muito a ver comigo, apesar de não parecer, mas explico porquê.
Num jogo de futebol, por exemplo, vejo e oiço a minha família a apoiar-me, a gritarem pelo meu nome e nesses momentos sinto-me confiante, livre, esforçado, atento e muito contente. Daí identificar-me com o ganso.
Contudo, noutros momentos, nem tudo corre bem. Quando há os momentos maus, como quando tiro uma negativa, por exemplo, sinto-me um patinho bem pequenino, com medo, perdido...


A escolha da Diana Barreto

A imagem com a qual a Diana se identificou foi esta...


Identifico-me com esta imagem, pois gosto muito do mar e da praia. 
Quando estou com o meu avô no Algarve ele leva-nos a pescar. O barco dele é parecido com o que está no lado esquerdo da imagem.
Outra razão são as cores que a imagem mostra. Gosto das cores vivas e do contraste que elas fazem com as cores mais “mortas”. O modo como o pintor pintou o mar e a rocha, misturando cores, também me tocou, pois quando desenho também gosto de misturar as cores.
As rochas que o pintor ilustrou fez-me recordar os passeios com a minha família em zonas florestais e rurais, pois quando eu era mais nova sempre que via uma pedra ia logo para cima dela.
As rochas lembram-me também uma quinta no norte de Portugal onde, de vez em quando, vou com os meus pais. Nesta quinta há uma pedra, com aproximadamente um metro, a que nós chamamos  “tartaruga”. É em cima da carapaça da “tartaruga” que eu e os meus irmãos tiramos uma fotografia antes de virmos embora.
Ao olhar para esta imagem fico feliz, por causa das cores vivas, pela presença do mar e porque me lembra as belas manhãs que de vez em quando passo com o meu avô a pescar, assim como os passeios em família. 

O primeiro desafio da Oficina de Escrita

Na primeira Sessão da Oficina de Escrita, os alunos foram confrontados com um conjunto de imagens e desafiados a escolherem aquela com a qual se identificavam.
Posteriormente, tiveram de justificar por escrito essa escolha.
Alguns escreveram no computador...






...mas houve quem preferisse escrever em suporte de papel.






A Oficina de Escrita está de regresso...

No dia 10 de outubro, a professora bibliotecária da EB Alexandre Herculano deu início à Oficina de Escrita que se realizará semanalmente, à terça-feira, das 16 e 15 às 17 e 15.
Com esta atividade pretende-se contribuir para o enriquecimento do currículo e promover o sucesso escolar.






13.4.17

Desafio à imaginação...do Rafael Raimundo


A partir da ilustração do Rodrigo, o Rafael Raimundo criou a história...

Coisas de Gato

 Era uma vez um mundo em que os gatos dominavam tudo e todos. Nesse mundo, os gatos viviam em paz, dormiam em cima das árvores e dos prédios e mudaram o nome de muitas atrações turísticas. Assim a “Disneyland” passou a denominar-se “Gatoland”, o “Monte Everest” ficou “Monte Felino”. Os cães, coitados, foram feitos escravos. Os humanos tinham abandonado o planeta, pois os gatos eram muito mais fortes e ágeis do que eles. O Monte Rushmore que antes representava quatro conhecidos presidentes dos Estados Unidos da América, agora representava três dos gatos mais importantes da história e o rei dos gatos da América, Europa e África, o gato Tareco. Já do outro lado do mundo, colada em todos os edifícios e autocarros, estava a fotografia do rei dos gatos da Ásia e da Oceânia, o gato Izabo.
Um dia, o rei Izabo embebedou-se com rum para gato e decidiu atacar o território do rei Tareco. Isto originou uma guerra mundial. Um gato chamado Bonifácio apercebeu-se deste problema e saiu do planeta. O gato Traquinas fechou-se num antigo bunker.
Com a guerra a bombar, nenhum canto da Terra era seguro. A primeira cidade a cair foi Nova Iorque, seguida de Nova Deli e de Gatomala, capital de Gatomala, antiga Guatemala.
Em Gashington DC., o gato rei Tareco perguntou ao seu conselheiro, o gato Gatrump:
- Meu conselheiro, diz-me o que fazer para acabar com a guerra!
O gato Gatrump, sem hesitar, respondeu:
- Por que não chamar o Gatindiana Jones para encontrar e enterrar o machado de guerra?
E assim foi. Gatrump foi a Gatindianapólis à procura de Gatindiana Jones. Infelizmente, ele estava em reunião com Gatcuuck Norris em nova Nova Jersey e foi para lá que se dirigiu Gatrump.
Chegado à cidade, encontrou Gatindiana Jones num bar a ver um programa qualquer de televisão.
- Sr. Gatindiana Jones! – chamou Gatrump.
De repente, o bar enche-se de gritos eufóricos e Gatindiana Jones esclarece:
- O gato Cristiano Gatinaldo é o melhor jogador de futebol do mundo!
Acalmada a euforia de verem Cristiano Gatinaldo, Gatrump descreve a missão ao aventureiro Gatindiana Jones.
- Só aceito com uma condição!!! – gritou Gatindiana Jones. – Deixarem-me levar o meu grande amigo James Gatobond.
E assim foi. Os dois amigos forma procurar o machado a Paris. Revolveram os cantos e recantos da cidade luz e foram à Torre Gateiffel. Nada…não encontraram o machado.
A seguir foram infiltrados em Hong Kong. Estavam num bar a beber uns compôs (de água) e arranjaram uma briga. É claro que eles derrotaram os seus atacantes com tacos de basebol.
Depois foram a Michu Picchu, no Peru. Passaram pelas 7 maravilhas do mundo e mais algumas. Percorreram e vasculharam todos os lugares do mundo e não encontraram o machado.
- Perdi a esperança! – exclamou James Gatobond.
A esperança nunca está perdida! – disse alegremente Gatindiana Jones – Eu sempre soube com quem está o machado.
- Onde? – interrogou James Gatobond.
- Não te posso dizer. – respondeu o aventureiro- mas garanto-te que amanhã já não haverá guerra.
Gatobond foi para casa e Gatindiana Jones para Gashington DC com um grande plano em mente.
Gatrump estava sozinho em casa, orgulhoso de si mesmo. Tinha enganado o presidente, Gatindiana Jones e James Gatobond. Saltou para a sua cama real e pôs-se confortável. De repente, o conselheiro de Tareco ouviu o som de um vidro a partir-se.
- Apanhei-te, gato mau! – gritou Gatindiana Jones depois de partir a janela do quarto de Gatrump. Tu tens o machado de guerra! Qual o melhor sítio para esconder um machado? - disse o aventureiro olhando em sua volta. Já sei!
Gatindiana Jones saltou para baixo da cama de Gatrump e achou o machado de guerra.
O aventureiro fugiu para o deserto mais inabitável do mundo. Quando lá chegou escavou um buraco, pôs lá o machado e tapou-o muito bem.
Depois deste ato, a guerra acabou!
Gatrump foi preso.
Bonifácio voltou à Terra
Traquinas saiu do bunker.
Tareco tinha novamente o domínio total da América e da África e ia agora condecorar Gatindiana Jones e James Gatobond.
- Tareco!!!!
Tareco acabara de acordar com o grito do seu dono. Já não possuía a América, a Europa e a África.
Era apenas um gato comum, pois tudo aquilo que ele vivera durante estes dias não passava de um sonho.

Sonhos, aventuras, domínio de tudo e de todos. Estas palavras não são meras palavras. Estas palavras são coisas de gato.

Parabéns, Rafael Raimundo!

Rodrigo, estás contente com  mais esta a história criada a partir da tua ilustração?

Desafio à imaginação...da Diana Barreto


A partir da ilustração do Rodrigo, a Diana imaginou a história...


A troca

Era uma vez um cão chamado Joel. Joel era um cão novinho, laranja e brincalhão. Gostava de brincar com o seu dono Rui ao jogo  <<taco>>, que consistia em o Rui esconder o taco e Joel tinha de o encontrar. Os dois moravam na cidade de Antuérpia, na Bélgica, pois Rui era emigrante. Rui encontrara Joel durante a viagem do aeroporto de Andenne para o apartamento que tinha comprado. Entretanto Rui encontrara emprego no restaurante Trésor, de comida francesa. Meses depois já tinha uma casa com jardim, no meio da industrializada cidade.

Um dia, os dois amigos estavam a brincar ao <<taco>> num jardim público. De repente uma nuvem cobre Rui e Joel, e deixa-os inconscientes. Quando recuperaram os sentidos, alguns minutos depois, Joel tinha corpo de humano e Rui corpo de cão, mas cada um tinha a sua cabeça como antes.
Ficaram em pânico: Rui estava desorientado, pois não conseguia falar, e Joel não tinha controlo para as mãos e pés, fazendo com que parecesse um maluco e com que fosse contra uma árvore. Quando a calma se instalou, respiraram fundo e pensaram como comunicavam antes: jogando ao jogo <<taco>>.

Jogaram durante horas, embora não resultasse. Ficaram com fome, mas não sabiam o que fazer: Joel não tinha o controlo dos membros e tinha cabeça de cão, o que era estranho, e Rui não podia falar, só ladrar, e tinha corpo de cão. Então decidiram que Joel iria com Rui ao colo, tapando a cara de cão, e Joel falaria, enquanto Rui abria a boca fingindo estar a falar.


O restaurante era animado e estava praticamente cheio. O Rui estava numa mesa central. De qualquer lado, um cliente podia vê-los . De repente, a água que estavam a beber, formou uma bola e enrolou-os,  metendo-os novamente inconscientes. Mais tarde, acordaram fora do restaurante com um papel colado na camisa de Rui: “Les chiens ne sont pas autorisés” (“ Não são permitidos cães”).

Parabéns, Diana!
Gostas da história para a tua ilustração, Rodrigo?

Desafio à imaginação...do Rafael Vieira


A partir da ilustração feita pelo Rodrigo Afonso, o Rafael Vieira imaginou a história...

O Gato Pataroco


O gato Pataroco era um gato que gostava de viajar no tempo. Ainda não vos disse, mas o gato Pataroco era muito especial, pois podia falar. Ele parecia estranho, mas não gozem, pois as aparências não interessam. Como o Capitão América diz: “Todos somos importantes”.
- Ó meu Deus, tanto sossego! Estou farto disto! – dizia Pataroco a olhar pela vidraça da janela.
Jonathan, o seu vizinho, estava sempre a tentar animá-lo, embora não o conseguisse.
- Ei, Pataroco! Sou eu, o teu vizinho, abre a janela!
- Não!
- Tenho uma surpresa para ti!
O gato Pataroco, assim que ouviu a palavra surpresa, foi rapidamente abrir a porta.
- Então diz lá qual é a surpresa!
Ao longo destes anos que somos vizinhos e amigos, nunca te consegui animar, mas hoje vou animar-te! Tenho a certeza!
- Por quê?
- Porque o que te trago pode mudar a minha vida e a tua!
- Huummm! Duvido!...
- Abre a caixa.
Pataroco abriu, então, a caixa e ficou a olhar lá para dentro…
- Uau! O que é?
- Não adivinhas?! É uma máquina do tempo!
- O quê? Uma máquina do tempo? Não acredito!
- Acredita, amigo, é verdade! Podemos viajar para o passado e para o futuro.
- Bora lá…vamos experimentar!
A máquina bem pequena era uma bola com um botão vermelho.
- Então, diz-me lá como é que esta máquina funciona!
- É fácil! Agarramos na bola, clicamos no botão e dizemos o ano…
Pataroco pegou na bola e disse:
- Quero viajar 500 anos para o futuro…
Nada aconteceu...Pataroco, já amuado, vai para a rua com Jonathan…
- O que é isto!? Carros voadores!? Afinal funciona!!! – exclama Pataroco impressionado.
- Ei! Olha para ali! – grita Jonathan apontando apara um prédio com mais de setenta andares.
- Mas como é possível? – perguntava Pataroco perplexo com tudo o que o rodeava.
Jonathan pegou na máquina do tempo e disse:
- Ainda há mais...leva-nos para o ano 711…
Mais uma data…mais uma viagem…e o inacreditável aconteceu…
- Uau! Acho que já estudei isto! – exclamou Pataroco.
- Claro que já! É a invasão muçulmana na Península Ibérica.
- Uau! Nunca esperei ficar tão feliz! Obrigado, meu amigo!
- Espera! Tenho mais para te mostrar! Vamos até ao ano 1986…
E lá foram eles, mas desta vez a emoção transborda dos seus corações.
O Pataroco olhou à sua volta…
- Que beleza! – diz Pataroco em voz baixa surpreendido por estar a ver a cidade onde tinha nascido.
Mas mais surpreso ficou quando, ao virar-se para trás, se viu com poucos meses de idade.
- Olá, bom dia! – disse uma voz doce e amiga.
- Olá! Onde estão os teus pais? – perguntou Pataroco.
- Estão em casa!
- Obrigado! – agradeceu Pataroco que, de imediato, se virou para Jonathan e lhe perguntou:
- Podemos ir a minha casa?
- Para quê?
- Quero ir ver os meus pais…
Caminharam, em silêncio, durante breves minutos. Quando chegaram a casa dos pais de Pataroco, entraram e lá estavam eles…
Pataroco, emocionou-se ao revê-los…há muitos anos que não se sentia tão feliz…as lágrimas saltitavam umas atrás das outras e escorriam-lhe até à ponta do nariz…
- Chega! Vamos para casa!
- Ok! Vamos lá!
Pegaram na máquina do tempo e regressaram a casa. Durante a viagem pelo tempo, Pataroco refletiu sobre a sua maneira de ser e disse:
- Nunca mais vou ser desmancha prazeres! Vou ser sempre feliz!

A partir daí, começou a simpatizar com todos os que habitavam no bairro, fez muitos amigos, enamorou-se da Pituxa, tiveram dois filhos e todos o viam com um ar feliz.

Parabéns, Rafael Vieira!
Rodrigo, está parecida com a história que imaginaste?

Desafio à imaginação...da Diana Barreto


A partir da mesma caixa de fósforos, a Diana Barreto imaginou a história

O fogo

Era uma vez, uma família parisiense que morava perto da Torre Eiffel. Era composta pela mãe, Cécile, pelo pai, Roger, e pela sua filha, Jacqueline. Cécile trabalhava num café, chamado Rêver, e Roger era um homem de negócios.

Um certo dia, Jacqueline tinha uma visita de estudo à torre Eiffel, aproveitando o concerto do artista francês Renaud. Quando chegaram ao monumento, havia um cheiro a queimado no ar. Olharam para todo o lado até que se percebeu de onde vinha o fogo: da Torre Eiffel. Cécile acolheu as crianças no seu café, enquanto ligava para os bombeiros.


Os bombeiros chegaram em 5 minutos e descobriram que o fogo vinha de uma aparelhagem de Renaud.

Muito bem, Diana!
Que achas desta história, Luís?

Um desafio à imaginação...do Luís

Numa sessão da Oficina de Ilustração que decorreu ao longo do ano letivo na Biblioteca Escolar da EB Alexandre Herculano o desafio foi imaginarem uma história que ficaria apenas "na sua cabeça" e fazerem a respetiva ilustração.

O Luís Magro utilizou uma caixa de fósforos e representou nela várias fases da sua história.









Parabéns, Luís! Ficou fantástico!

Conseguem imaginar a história?

25.11.16

Oficina de Escrita

Atendendo aos objetivos definidos para o concurso "Um conto que contas", desafiámos os alunos que frequentam a Oficina de Escrita a participar neste concurso.
Este concurso que é da responsabilidade de uma Comissão Organizadora em colaboração com a DRSISPM (Delegação Regional do Sul e Ilhas da Sociedade Portuguesa de Matemática) e com o apoio da Universidade de Évora e do Centro de Investigação em Matemática e Aplicações, da AMIL (Associação de Matemática Interativa e Lúdica) e da Delta Cafés, pretende, além de outros objetivos:
- "Fomentar hábitos de leitura e de escrita nos alunos de todos os anos de escolaridade e incentivar à escrita de um conto que envolva conteúdos matemáticos.
- Desenvolver a capacidade de expressão e comunicação bem como, o pensamento lógico narrativo e o raciocínio matemático, pois este envolve a construção de cadeias argumentativas".

Desafio aceite pelos alunos, seguiu-se a leitura do regulamento. Além de outras informações ficaram a saber que os contos do 2ºciclo deverão obrigatoriamente respeitar o tema "Solidariedade" e os do 3ºciclo, "Tolerância".
Assim, após um momento de registo de ideias soltas quer sobre o tema, quer sobre conteúdos matemáticos, deu-se início à construção da narrativa.


Na sessão seguinte, perante a possibilidade de escolha de optarem pela escrita no computador, a escolha foi unânime: computador.


 No final da sessão, as ideias já eram muitas e nem deram pelo tempo passar...
Segundo eles, a escrita no computador foi bastante favorável ao desenrolar das ideias.



16.11.16

Oficina de Escrita - 2ª Sessão

Nesta sessão, o desafio teve a seguinte sequência:
1. Cada aluno escreveu dois nomes comuns, um cada pedaço de papel.
2. Entre os vários nomes escritos, foram tirados dois à sorte: "chuteira" e "capitão".
3. De seguida, cada um imaginou várias combinações possíveis com estes dois nomes.
4. Entre essas combinações, cada um optou por uma combinação que serviu de título a uma curta história.

A Maria Machado imaginou três combinações:
"O capitão Chuteira"
"A chuteira do capitão"
"A chuteira que engoliu o capitão"

Quanto ao seu texto, teve o título
"A chuteira que engoliu o capitão"
No dia vinte e quatro de outubro aconteceu um episódio fatal.
Tudo aconteceu quando um jogador de futebol se descalçou após o jogo: a chuteira farta de andar a rastejar pelo chão decidiu comê-lo.

A Diana Barreto, combinou os nomes da seguinte forma:
"O capitão Chuteira"
"A chuteira que matou o capitão"
"A chuteira do capitão"
"Um portal na chuteira do capitão"

Entre estas combinações, escolheu o título
 "A Chuteira que matou o capitão"
Sindical, o capitão do Lenço de Atum Clube, morreu. O caso aconteceu no balneário, depois do treino da manhã, quando tirou a chuteira. Sindical morreu intoxicado com o chulé que respirou.
O treinador ainda não sabe o que vai fazer...

O Rafael Vieira imaginou as combinações:
"O Capitão Chuteira"
"A chuteira do capitão"
"A chuteira perdida do capitão"
Quanto ao seu texto,  teve o título
"O capitão Chuteira"
O capitão Chuteira era uma pessoa que queria ser como o Capitão América, mas para não copiar usou uma chuteira em vez do escudo. Para ter a mesma honra, tentou salvar o mundo de um meteoro que estava quase a cair numa montanha, só que ele ao tentar dar um pontapé no meteoro... Booommmm!!!!
O capitão Chuteira foi para o hospital onde teve a visita do Capitão América que lhe disse:
- Sei que queres ser como eu, mas não arrisques a tua vida por isso!
Tens uma longa vida pela frente e poderás fazer outras coisas também muito importantes.

Quanto ao Rafael Raimundo, combinou os nomes assim:
"O capitão Chuteira"
"A chuteira do capitão"
"O capitão e a chuteira amaldiçoada"
Entre estas combinações, escolheu o título
"A chuteira do capitão"
Era uma vez um peru muito matreiro que vivia num galinheiro. Esse peru era conhecido pelos animais da sua quinta como o "Capitão", porque todas as noites ele fugia da quinta para ir passear sozinho e voltava de madrugada.
Uma noite, durante a sua saída noturna, viu umas luzinhas no meio da escuridão.
Aproximou-se e viu um gato muito feio a surgir por detrás de um arbusto.
- Sai daqui seu peruzito ou então será a última coisa que vais ver são os meus dentitos - disse o gato.
O capitão com receio de ser comido pelo gato, fugiu.
De repente, tropeçou em alguma coisa ...tentou perceber o que era...ficou surpreso quando viu que tinha tropeçado numa chuteira apropriada para a sua patinha de peru.
Calçou e caminhou para a quinta.
Entretanto encontrou o gato com quem tinha conversado há minutos atrás:
- Oh! que bela chuteira, peruzito! Podes dá-la aqui ao teu amigo? - perguntou o gato.
- Não, pois a chuteira é do Capitão - respondeu o peru.
O gato deixou-o ir.
No dia seguinte, Dia da Ação de Graças, o filho mais novo dos donos da quinta foi escolher o peru para se comer ao jantar. Escolheu logo o "Capitão", pois tinha uma chuteira muito gira.
Pronto! Capitão no prato!
"Quem tudo quer, tudo perde"


21.10.16

Oficina de Escrita - 18 de outubro

Como oferta de ocupação dos tempos livres, é dinamizada uma Oficina de Escrita, pela professora bibliotecária, na Biblioteca Escolar.
Assim, semanalmente, à terça-feira, das 16 e 15 às 17 e 15, os alunos do 2º e 3º ciclo que estejam interessados é só aparecerem e aventurarem-se pelos caminhos da escrita.
Na primeira sessão estiveram quatro alunos.
A Maria Machado, do 5ºD, na sua viagem pelos livros procurou inícios e finais de histórias, personagens e objetos.


Quanto aos outros três alunos, um do 6º e dois do 7º ano tiveram o desafio de desenhar as letras e escrever o que lhes parecia que elas representavam.
A Diana Barreto, do 6ºC, para melhor imaginar o que elas representavam, desenhou-as em perspetiva...

...e, de seguida, escreveu
A   o corpo de uma pessoa com os braços para cima com as mãos juntas.
B os olhos de um sapo.
C uma mão de lego
Ç uma cabeça de um pássaro
I um tronco muito estreito
J uma ponta de um bigode
O uma bóia
P ao contrário é um "d" minúsculo
R um cabeçudo a andar
U o arco do símbolo de Santarém
V um bico de um pássaro
W um apreciador do M
X uma pessoa com braços e pernas abertos
Y uma flecha
Z uma cobra reta.



Quanto ao Rafael Raimundo, do 7º ano, escreveu:

A um escadote
B o tronco de uma senhora grávida
D um smile sem olhos
E um sino 90º para o lado
F uma chave
G o O com uma porta elevadiça que se abre para dentro
I uma árvore inacabada
J uma bengala
K a Índia a bater na Ásia há alguns milhões de anos
L uma pessoa sentada sem cabeça
M um V com umas muletas
N o Z que caiu para o lado
O o planeta Terra
P uma bandeira
R uma bola de ténis a acertar no cesto
S uma serpente
T um chapéu de sol em 2D
U uma ferradura
V umas calças ao contrário
X dois palitos amigos num grande abraço
Z um S mal desenhado.

Um outro aluno do 7ºano, o Rafael Vieira, escreveu:
A um compasso
B umas algemas
C uma pulseira
D um arco
E um pente
F uma pistola
G um cesto de basquet
H baliza de rugby
I um palito
J um taco de minigolf
K uma mesa
L uma perna de stickman
M um V de bengalas
N um Z virado ao contrário
O uma janela de um farol
P uma bandeira
R uma pessoazinha de perfil
S uma serpente
T a cruz de Deus
U uma portinha
V um telhado
W um V que chamou o seu irmão

X pernas de uma mesa
Y um U que deixou cair a sua cana de pesca
Z o z, o azarado, porque quando cai para o lado fica N.


9.10.16

Oficina de Escrita

No próximo dia 18 de outubro terá início a Oficina de Escrita que decorrerá, semanalmente, à terça-feira, das 16 horas e 15 minutos às 17 horas e 15 minutos.