14.3.14

SuperTmatik Sinónimos 6º ano - Vencedores da Fase Inter-Turmas

Hoje, dia 14 de março, pelas 8 e 45, decorreu mais um campeonato SuperTmatik, o de Sinónimos, ao nível do 6º ano. Os resultados foram os seguintes:

Campeão - Tomás Penteado, 6ºF
Vice-Campeão - André Ferreira, 6ºF

SuperTmatik Corpo Humano 6º ano - Vencedores da Fase Inter-Turmas

Pelas 8 e 45 do dia 14 de março, decorreu na Biblioteca mais um Campeonato SuperTmaik, o do Corpo Humano ao nível do 6º ano. Os resultados foram os seguintes:

Campeão - Miguel Alcobia, 6ºF
Vice-Campeão - Manuel Santos, 6ºF

SuperTmatik Físico-Química 8º ano - Vencedores da Fase Inter-Turmas


Pelas 8 e 45 do dia 12 de março, tivemos mais um Campeonato SuperTmatik, o de Físico-Química, ao nível do 8º ano. Os resultados foram os seguintes:


Campeão - João Paixão, 8ºB
Vice-Campeão - Rodrigo Vitorino, 8ºC
3º lugar - Miguel, 8ºD
4º lugar - Alexandra Ferreira, 8ºD

13.3.14

Recordando José Gomes Ferreira

Mais um dia do mês de março, pelo que folheámos mais alguns livros de poesia. Entre os vários poemas do livro 101 Poetas - Iniciação à poesia em língua portuguesa, organizado por Inês Pupo, escolhemos um poema de José Gomes Ferreira.

Chove...

Mas isso que importa!,
se estou aqui abrigado nesta porta
a ouvir na chuva que cai do céu
uma melodia de silência
que ninguém mais ouve
senão eu?

Chove...

Mas é do destino
de quem ama
ouvir um violino
até na lama.



Quanto ao poema dos que ainda aprendem a brincar com as palavras, selecionámos um do Rafael Vieira.
Para o ilustrar, escolhemos uma pintura de Romero Britto.

Noite escura

Esta noite, a primeira noite do ano
começou a escurecer e o tempo a arrefecer.
Futebol
Com as nuvens a aparecer
e a Lua cheia a desaparecer.

Quando me fui deitar
a minha mana começou a chatear
chatear e mais chatear.

Tive de chamar o meu pai
para a calar.
E a minha mãe a gritar:
Rafael! Rafael!
E eu a ralhar:
Já vou! Já vou!

O meu pai sempre a gritar
Vai Sporting! Tens de ganhar!
Agora, este poema terminou.



12.3.14

Um poema de José Saramago

Ao décimo segundo dia do mês de março, fomos em busca de mais um poema...
Aqui vos deixamos "Jogo do Lenço" da autoria de José Saramago.

Jogo do Lenço

Trago no bolso do peito
Um lenço de seda fina,
Dobrado de certo jeito.
Não sei quem tanto lhe ensina
Que quanto faz é bem feito.

Acena nas despedidas,
Quando a voz já lá não chega
Por distâncias desmedidas.
Depois, no bolso aconchega
As saudades permitidas.

Também o suor salgado,
Às vezes, enxugo a medo,
Que o lenço é mal empregado.
E quando me feri um dedo,
Com ele o trouxe ligado.

Nunca mais chegava ao fim
Se as graças todas dissesse
Deste meu lenço e de mim,
Mas uma coisa acontece
De que não sei porque sim:

Quando os meus olhos molhados
Pedem auxílio do lenço,
São pedidos escusados.
E é bem por isso que penso
Que os meus olhos, se molhados,
Só se enxugam no teu lenço.


)

Quanto ao poema do aluno, selecionámos um poema da Beatriz Alves, aluna da T.6 da E.B. de São Domingos. Este poema foi construído, após audição do conto "O gigante egoísta" de Oscar Wilde.

Eu fui egoísta quando...
Pintura de Donald Zolan

Eu fui egoísta quando estava a brincar
Não deixava ninguém lá estar
Com os meus amigos deixei de conversar
Quando reparei já não estava a gostar.

Eu fui egoísta quando estava a cantar
E não deixei ninguém participar
Logo deixei de brilhar
Vi, então, que estavam todos a chorar.


SuperTmatik Cálculo Mental 9º ano


Ainda no dia 12, pelas 11 e 5, realizou-se o Campeonato de Cálculo Mental ao nível do 9º ano. Os resultados foram os seguintes:

Campeão - Isaac Carvalho, 9ºD
Vice-Campeão - Carolina Antas, 9ºD
3º lugar - Lucas Barreto, 9ºA

SuperTmatik Cálculo Mental 8º ano - Vencedores da Fase Inter-Turmas


No dia 12, também se realizou pelas 10 e 20 o Campeonato de Cálculo Mental do 8ºano. Os resultados foram os seguintes:

Campeão - João Paixão, 8ºB
Vice-Campeão - Bernardo Gouveia, 8ºA

SuperTmatik Cálculo Mental 7º ano - Vencedores da Fase Inter-Turmas


Hoje, realizou-se pelas 10 e 20, na Biblioteca Escolar, a fase inter-turmas do Campeonato de Cálculo Mental, ao nível do 7º ano.

Os resultados foram os seguintes:
Campeão - João Castro, 7ºC
Vice-Campeão - Miguel Oliveira, 7ºA

Concurso Nacional de Leitura - Provas Distritais

As Bibliotecas Municipais, entidades responsáveis pela realização da 2ª fase - Fase Distrital do Concurso Nacional de Leitura já definiram as obras a ler.
A Biblioteca Municipal de Constância, do distrito de Santarém, escolheu as seguintes obras:
Resumo

 
Os livros que devoraram o meu pai, Afonso Cruz.



 A substância do amor e outras crónicas, José Eduardo Agualusa.





Assim, os alunos Maria Inês Fragoso, João Damião e André Cardador Ferreira devem preparar-se, para esta segunda fase do concurso, lendo as obras indicadas.

11.3.14

Recordando Sebastião da Gama

Hoje vamos "dar voz" a Sebastião da Gama lendo o poema "O Sonho".

Pelo sonho é que vamos,
comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não haja frutos,
pelo Sonho é que vamos.

Basta a fé no que temos.
Basta a esperança naquilo
que talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
com a mesma alegria,
ao que desconhecemos
e ao que é do dia a dia.

Chegamos? não chegamos?

- Partimos. Vamos. Somos.




Quanto ao poema do aluno, selecionámos o da Margarida Rufino, que foi construído após a leitura do poema "Mistérios" de Matilde Rosa Araújo. Para o ilustrar, escolhemos uma pintura de Van Gogh.

Mistérios
Oliveiras com céu amarelo e sol

O motorista chegou
logo pela manhã.
Trouxe mercadoria
que conduzia
com toda a alegria.

Saltou do camião
depois de ter posto
o pé no travão.
Olhou para o Sol:
- Bom dia, meu farol!
- Adeus, estrelinhas
minhas amiguinhas.

10.3.14

Um poema de António Manuel Couto Viana




 Hoje, o nosso olhar poético vai para António Manuel Couto Viana.
Abrimos o livro Versos de Cacaracá e escolhemos o poema "Os dias da semana".





Os dias da semana

Vou passar na brincadeira
segunda-feira.
E vou divertir-me à farta
na terça e na quarta.

quinta e sexta vou gozar
sem mais parar.
Para acabar esta festa
só o sábado me resta.
quantas horas de alegria
em cada dia!

Segunda, brinco sozinho.
Terça-feira, acompanhado.
Quarta, com o vizinho.
Quinta, contigo a meu lado.
Sexta, convido outro amigo
que logo brinca camigo
e no sábado também.
Domingo, dá-me a preguiça
depois da missa,
e não brinco com ninguém.

Deixa-me, enfim, descansar
Estarei pronto a brincar
Para a semana que vem.


Após a leitura deste poema, o Duarte Rufino, aluno da T.6 da E.B. de São Domingos, brincou com as palavras e imaginou a sua semana um "pouco" diferente do habitual.
Para o ilustrar escolhemos  uma pintura de  Henri Matisse.

A Semana à Duarte

Na escola, a semana vou passar
E todos os dias muito trabalhar.
Mas ao fim do dia, para me divertir
Outros afazeres faço para me distrair.

À segunda-feira, à bola vou jogar,
para os meus amigos encontrar.

À terça-feira um tesouro vou encontrar
para muito rico ficar.

À quarta-feira encontro uma nota no chão,
que de repente me tirou um ladrão.

À quinta-feira vou viajar pelas nuvens,
para perder as penugens.

À sexta-feira faço o jantar,
para não desanimar.

Ao sábado vou correr,
para não escrever.

Ao domingo não faço nada,
para descansar da jantarada.

9.3.14

Recordando Sidónio Muralha




Continuando a publicação diária de um poema, ao longo do mês de março, trouxemos  a simplicidade e inspiração poética de  Sidónio Muralha.

Escolhemos um poema do livro Bichos Bichinhos e Bicharocos.


Estrelinha

Eu vejo do meu quarto de dormir
Uma estrelinha
Miudinha
A luzir...

Mas se o sol é tão grande
E tanto brilha
A estrelinha
Miudinha
É certamente sua filha.

E enquanto o Pai Sol
Enorme
Dorme
Ela vai passear
Todas as noites...

Quando o Pai Sol acordar
A estrelinha
Miudinha
Leva açoites
E vai-se logo deitar.


Quanto ao poema do aluno, escolhemos um da Pilar, aluna da T.5 da E.B. de São Domingos.
 Para o ilustrar, uma pintura de Romero Britto.

"Sentimentos"

Hoje estou contente
"Samba"
Amanhã estarei sorridente
Ontem caiu-me um dente
Ai! Finalmente!

Vou estar a sorrir
Enquanto estou a ouvir
O que a professora está a dizer
Para começar a escrever
O poema que estou a fazer
Para a todos ler.

8.3.14

Um poema de Sophia de Mello Breyner Andresen


Hoje, dia 8 de março, recordamos a poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen.

Escolhemos o poema "Fundo do Mar".

 No fundo do mar há brancos pavores,
Onde as plantas são animais
E os animais são flores.


Mundo silencioso que não atinge
A agitação das ondas.
Abrem-se rindo conchas redondas,
Baloiça o cavalo-marinho.
Um polvo avança
no desalinho
Dos seus mil braços,
Uma flor dança,
Sem ruído vibram os espaços.

Sobre a areia o tempo poisa
Leve como um lenço

Mas por mais bela que seja cada coisa
Tem um monstro em si suspenso.

Quanto ao poema do aluno, escolhemos "Eu e a avozinha", escrito pelo Francisco Pena, aluno da T.5 da E.B. de São Domingos. 
Para o ilustrar, escolhemos uma pintura de Nadir Afonso.

Hoje, chorei
mas amanhã cantarei.
Ventania
Estou com a avozinha
E ela está na cozinha
com as panelas a arder
e o comer a ferver.
Entretanto houve uma explosão
E a panela caiu no chão.
Depois fomos ver
E na rua estava a chover.
A cozinha começou a arder
E eu fui a correr.
Fui buscar a mangueira
E apaguei a fogueira.



7.3.14

A poesia de Luísa Ducla Soares


  

Hoje abrimos o livro Poemas da Mentira e da Verdade, de Luísa Ducla Soares.

Fica aqui um dos poemas, "A minha casinha".








Fiz uma casinha
de chocolate,
tapei-a por cima
com um tomate.

Pus-lhe uma janela
de rebuçado,
e mais uma porta
de pão torrado.
Pus-lhe um chupa-chupa
na chaminé, 
a fazer de neve
açúcar pilé.

A minha casinha
bem saborosa...
Comi-a ao almoço
sou tão gulosa!




Quanto ao poema dos alunos, escolhemos o poema "A tonteira", escrito por Rodrigo Rodrigues, aluno da T.5 da E.B. de São Domingos.

A inspiração, para a escrita deste poema, surgiu pela descoberta de sensações provocadas pela pintura "Carnaval de Arlequim" de Joan Miró.

"A tonteira"

Tão assustador
Mas cheio de cor.
Vemos o mar revoltado
Com as ondas a rebentar
Ouvimos o vento a assobiar
Que põe o gato apavorado.
Um fantasma com sono
Vai p'ra cama d'outro dono.
Parece uma casa com feitiço,
Está tudo em grande alarido.

6.3.14

Recordando Matilde Rosa Araújo

Matilde Rosa Araújo publicou o seu primeiro livro para crianças, O Livro da Tila, em 1957, e nele podemos deliciar-nos com pequenos poemas, pequenas conversas cheias de ternura.

Mistérios

O pescador veio do mar
Chegou de manhã
Trouxe  uma rede
Cheia de peixes
Que pescara na noite.

Veio
No seu barco
Sozinho com os peixes
Presos
Na rede

E as estrelas no céu
Presas dormiam
Na luz da manhã
Quem come um peixe
Não sonha estes mistérios.


Após a leitura deste poema de Matilde Rosa Araújo, os alunos da T.6 da E.B. de São Domingos experimentaram os seus dotes poéticos. Entre os vários poemas, escolhemos o da Carlota Rodrigues.
Para o ilustrar, selecionámos uma serigrafia de Cargaleiro.

Mistérios

O Professor veio à escola
Árvore em flor
Chegou pela manhã.
Trouxe a sua mala
Cheia de folhas
Que dará aos alunos.

Veio
No seu carro
Sozinho com as folhas
Presas na mala.

E o Sol lá no céu
Preso iluminava
Com a sua luz.
Quem vê estas folhas
Não sonha estes mistérios.



Campeonatos Escolares SuperTmatik - Fase Inter-Turmas

Durante a próxima semana realizar-se-ão mais alguns Campeonatos SuperTmatik.
Consulte os mapas para os dias 12 e 14 de março.

5.3.14

Um Poema de Carmen Zita Ferreira

Mais um dia de março...mais um poema...




Hoje escolhemos o poema "A decisão" de uma jovem poetisa, Carmen Zita Ferreira.
Carmen Zita, natural de Ourém, lançou, no final de 2013,  o livro Dois dedos de conversa, ilustrado por Sara Cunha.




A decisão

Rato aventureiro pediu à mãe para fazer escalada:
que era muito fácil;
que não custava nada;
que todos os ratos da sua idade já o tinham feito;
que assim ninguém lhe tinha respeito;
que o mundo visto de cima
deve ser bem mais interessante;
que era um sonho seu
mesmo muito importante;
que de certeza que não ia
acontecer nada de mal;
que visto de baixo
o mundo é sempre, sempre igual.
A Mãe Zita ainda teve uns dias para pensar:
que o seu ratito se conseguiria certamente segurar;
que todos os dias os filhotes estão a crescer;
que há sonhos bonitos que se devem entender;
que o medo era seu e de mais ninguém;
que iria decidir que sim
e correria tudo bem.

O dia da proeza chegou
e o rato aventureiro iniciou a subida
do muro com quatro metros
e decoração colorida.
Já no topo, orgulhoso, larga uma patita para acenar.
A Mãe Zita que sorria, estremeceu!
Mas estava mesmo debaixo dele,
pronta para o amparar.
Além do poema, não resistimos em deixar um vídeo com um dos poemas,  "Canção do Soninho", cantado pelo Coral Infantil e Juvenil da Academia de Música Banda de Ourém.


Quanto ao poema dos alunos do Agrupamento, selecionámos o poema "Ser bailarina", escrito pela Inês Paulino, aluna da T.5 da E.B. de São Domingos.
Este poema foi construído, tendo como fonte de inspiração o quadro de Joan Miró "A bailarina".

Ser bailarina

Ser bailarina, ela queria ser
Mas os pais...
não queriam crer.

Então, cheia de tristeza
Mas com muita leveza
Para o quintal ia dançar
Dançar, dançar e sonhar.

4.3.14

Um Poema de Miguel Torga

Ao quarto dia do mês de março, recordamos Miguel Torga, pseudónimo de Adolfo Correia da Rocha.
Além do poema para aqui transcrito, poderão ler mais na página oficial de Miguel Torga.

Aniversário

Mãe:
Que visita tão pura me fizeste.
Neste dia!
Era a tua memória que sorria
Sobre o meu berço.
Nu e pequeno como me deixaste,
Ia chorar de medo e de abandono.
Então vieste, e outra vez cantaste
Até que veio o sono.


Entre os alunos do Agrupamento, selecionámos o poema de André Noronha, aluno do 5º A da E.B. de Alexandre Herculano.
Para o ilustrar, escolhemos "A noite estrelada" de Vicent Van Gogh.

Poema
Quando o amor te diz não,
E tu ficas destroçado,
Vais ter com um amigo
Que esteja sempre ao teu lado.

Escusas de ter medo
De demonstrar os sentimentos,
Porque quando os soltares,
Vais-te sentir em desenvolvimento.

O desenvolvimento é a tua vitória,
A vitória  que te fará levantar,
Porque exprimiste os teus sentimentos
A quem estavas a amar.
                                                   



3.3.14

Fernando Pessoa

Hoje escolhemos o poeta Fernando Pessoa para recordar. 

Poema


O céu, azul de luz quieta.
As ondas brandas a quebrar,
Na praia lúcida e completa -
Pontos de dedos a brincar.

No piano anónimo da praia
Tocam nenhuma melodia
De cujo ritmo por fim saia
Todo o sentido deste dia.

Que bom, se isto satisfizesse!
Que certo, se eu pudesse crer
Que esse mar e essas ondas e esse
Céu têm vida e têm ser.




Em relação ao segundo poema, escolhemos o do Miguel Lopes, aluno do 5ª A da E.B. de Alexandre Herculano. Para o ilustrar, optámos por um quadro do Professor Fernando Hilário.

 A Dificuldade de fazer um Poema

Como é difícil fazer um poema,
Arranjar palavras que rimem ou não,
Mas que enorme problema,
Mas que grande confusão!

Há tanta coisa para dizer,
tanta coisa em que pensar,
Deixa-me mas é escrever!
Se não, nunca irei acabar.


2.3.14

Recordando Florbela Espanca...

"Lágrimas ocultas"

Se me ponho a cismar em outras eras
Em que ri e cantei, em que era querida,
Parece-me que foi noutras esferas,
Parece-me que foi numa outra vida...

E a minha triste boca dolorida,
Que dantes tinha o rir das primaveras,
Esbate as linhas graves e severas
E cai num abandono de esquecida!

E fico, pensativa, olhando o vago...
Toma a brandura plácida dum lago
O meu rosto de monja de marfim...

E as lágrimas que choro, branca e calma,
Ninguém as vê brotar dentro da alma!
Ninguém as vê cair dentro de mim!


Quanto ao poema do aluno, optámos por um feito pelo Rodrigo Miranda, da Turma 6 da E.B. de São Domingos.
Este poema foi construído após audição do conto "O gigante egoísta", da autoria de Oscar Wilde.
Como ilustração do poema, escolhemos uma tela de João Alfaro.

A Vida


Eu fui egoísta...

Eu fui egoísta
Até o meu avô morrer
Mas vê-lo sofrer
Tornou-me noutro ser.

Com o meu comportamento
A minha mãe ficou contente
Com a mudança de sentimento
Agrado a toda a gente.