22.4.17

Página do Plano Nacional de Leitura

O Plano Nacional de Leitura renovou a sua página.
Vale a pena uma visita...






"No dia 23 de abril comemora-se o Dia Mundial do Livro.
Em 2017 a DGLAB decidiu associar esta comemoração à dos 150 Anos da Abolição da Pena de Morte em Portugal, o que justifica o tema do cartaz da autoria de Cristina Sampaio e o lema "Faça da leitura uma causa de vida".
Esta data também é assinalada este ano pela cerimónia de apresentação pública da nova etapa do Plano Nacional de Leitura para 2017-2027 (PNL 2027), que decorrerá ​no próximo domingo na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, no Porto, pelas 11h30.
"O PNL 2027 visa apoiar e fomentar programas especialmente vocacionados para favorecer a integração social através da leitura, em diferentes suportes; a formação dos diferentes segmentos da população - crianças, jovens e adultos; a inclusão de pessoas com necessidades específicas; o desenvolvimento articulado de uma cultura científica, literária e artística; e, ainda, o acesso ao saber e à cultura com recurso às tecnologias de informação e comunicação. … Para este fim, concorrem diretamente o Programa de Promoção da Leitura, a Rede de Centros de Ciência Viva, a Rede Nacional de Bibliotecas Públicas, a Rede de Bibliotecas Escolares e as bibliotecas das instituições do ensino superior" (PNL - Apresentação)".
                                                                                                          RBE

20.4.17

"De regresso à tolerância", um conto do Rafael Raimundo e do Rafael Vieira

Um outro conto com que a Escola Alexandre Herculano se fez representar no Concurso "Um conto que contas" foi  o do Rafael Raimundo e do Rafael Vieira. Tal como o da Diana, não foi premiado, contudo é um conto cheio de imaginação que vale a pena ler, apreciar e tirar conclusões.

De regresso à tolerância

Estamos no ano 2026. As crianças iam à escola diariamente, incluindo ao fim de semana.
 A cada dia a transigência dos adultos diminuía para o dobro do dia anterior, ou seja, os adultos começaram a exagerar no poder que tinham sobre as crianças…os adultos estavam a enlouquecer…
Pelas ruas da cidade, vagueava Joaquim Pardal, um rapaz bem constituído, sendo 50% do seu corpo músculo e, por isso, todas as miúdas o admiravam. Apesar do seu ar desleixado, era atraente fisicamente, simpático, inteligente e tolerante. A sua amizade com o Zé Torradas e o seu cão Shibi era mantida sem condicionalismos.
Quem também girogirava pelas ruas da cidade, era o Zé Torradas que era magro e vivia a 1Km do Joaquim. Normalmente vestia roupa azul e azul eram, igualmente, os seus olhos. Apesar da vida não lhe ter sorrido, irradiava simpatia, dava valor ao mais pequenino gesto de amor, amizade e carinho.
Os nossos dois rapazinhos, como bons observadores, resolveram fazer algo para contrariar a situação em que se vivia. Determinaram, então, ir ao Templo das Dúvidas. Contudo, para o conseguirem, precisavam da ajuda de mais alguém, pois era necessário passar por vários obstáculos e resolver vários desafios. Depois de conversarem sobre o assunto, decidiram pedir a colaboração dos amigos Barnabé, Ambrósio e Maria Pardal que aceitaram de imediato o convite. 
Então, o Joaquim Pardal decidiu treinar o raciocínio matemático da equipa que tinha acabado de se constituir e perguntou:
- Quanto é 7-(-4)?
Como ninguém abria a boca e o Joaquim Pardal só ouvia o barulho dos grilos, disse:
- Que tal darem alguma resposta!
Aí, o Barnabé, o Ambrósio e a Maria Pardal começaram a dizer resultados aleatórios.
- E agora, o que podemos fazer? - sussurrou o Joaquim ao Zé.
O Zé pensou, pensou, pensou e teve uma ideia:
- Já sei! – virou-se para os outros e disse-lhes – alguém me pode dizer quanto é 1-3?
Ninguém respondeu.
- Então e se pensarem assim: estão no 1º piso do Shopping. O Shopping tem o piso 1, o piso 0 e mais 2 pisos para baixo que são para estacionar os carros. Vão para o elevador e descem três pisos. Em que piso ficam?
- No último piso! - respondeu o Ambrósio, sem hesitar:
- Não! Ficamos no piso -2! - ripostou a Maria!
Já o Barnabé respondeu:
- O que é um Shopping?!
- Acho que já estão preparados. - disse o Joaquim.
-Não tenho tanta certeza. Este “desafio” era uma forma de perceber a sua capacidade matemática. É uma questão de lógica! - disse o Zé, com ar descontraído - Mas o tempo não espera! Temos de partir!
Apressaram-se a ir para o Templo das Dúvidas, onde tinham de passar pelo Labirinto das Portas. Quando chegaram ao Labirinto, encontraram dois guardas. Pensaram em passar ao lado, mas o Zé reparou que o ângulo de visão dos guardas os impedia de passarem despercebidos. Tinha de pensar noutra ideia, portanto pediu sugestões:
- Entramos pelo esgoto! -disse o Ambrósio.
- Pelo esgoto!? Blhac! Que nojo! O melhor é escondermo-nos atrás daqueles arbustos à medida que avançamos para a porta! - sugeriu a Maria.
-Vamos pegar em metralhadoras e matá-los a todos! - insinuou o Barnabé.
-Vocês têm é de ver menos filmes do Missão Impossível - respondeu o Joaquim, percebendo que qualquer uma das sugestões tinha menos de 25% de chance de dar certo - Vamos pedir, delicadamente, para entrar!
Os guardas estavam equipados com duas lanças nas mãos, o que os fazia muito assustadores. Vestiam roupas parecidas com as da Guarda Suíça. Avançaram lentamente com o rabinho tefe-tefe de medo. Quando chegaram ao pé dos guardas, de imediato lhes barraram o caminho com as lanças, dizendo:
-Ide para a escola! Podeis perder-vos no labirinto!
Era verdade. Eles podiam perder-se no labirinto. Tinham de arranjar uma forma de voltar ao princípio e de chegar ao fim. Então Joaquim teve uma ideia. Assobiou e surgiu um lavrador amoroso. Era Shibi, o cão de Joaquim. Os guardas, com receio, pensaram muito bem e deixaram-nos entrar. Shibi já farejava a saída. Quando chegaram ao fim, vislumbraram o grande Templo das Dúvidas. O Templo era semelhante a um templo grego de ordem dórica. Era constituído por uma mesa posta com seis cadeiras. Também tinha um grande frigorífico no lado esquerdo e um altar no centro. Uma Voz soou:
- Bem-vindos ao Templo das Dúvidas! Podeis colocar três dúvidas!
A voz parecia vir do altar. Era grossa, mas cómica. Estavam todos com os olhos colados no altar. O Shibi era quem estava mais assustado! O Barnabé sem hesitar perguntou:
Há por aqui alguma pizza?
- No frigorífico! - respondeu a Voz.
- Mas quando é que tu te vais calar? - ralhou a Maria.
- Neste momento, ele já está calado. - respondeu novamente a Voz. - Só mais uma dúvida!
-Calma, pessoal! - gritou o Zé - Não falem mais! Senhor da Voz, eu só queria saber como podemos parar a intolerância dos adultos para com as crianças!
- Vou demorar algum tempo a processar a resposta! - afirmou a Voz - Enquanto o faço podem comer a tal pizza!
- Então é assim: - começou o Joaquim- vamos dividir a pizza em doze fatias e assim cada um come duas fatias.
Todos concordaram menos o Shibi que ganiu com um grande “Béu!”.
- Não te preocupes, Shibi! Também estou a contar contigo! - afirmou o Joaquim.
Já tinham acabado de comer, quando, de repente, surgiram no chão cinco camas e uma casota. O grupo percebeu que a Voz do Templo queria que eles dormissem pois já era noite e ele ainda estava atarefado a processar a resposta. Nunca tinham dormido com tanto luxo! No dia seguinte, o Ambrósio acordou com um pequeno barulho que ecoava pelas paredes do templo: “CASA BRANCA! CASA BRANCA”. Ele podia jurar que vira um vulto a fugir do templo. Acordou os outros.
- O que é a “Casa Branca”? É uma casa branca? - interrogou o Barnabé.
- Não! - replicou o Zé - A “Casa Branca” é residência do Presidente dos Estados Unidos da América!
Depois de partirem, entraram num avião clandestinamente e foram para Washington DC.
- Como pensam entrar na Casa Branca sem vos barrarem logo a entrada? - perguntou a Maria - Somos crianças! Os adultos desta “era” não toleram “criancices”.
- Eu tenho um plano! - disse o Joaquim determinado.
Ao longo do demorado percurso do aeroporto até à Casa Branca, algo a que eles já estavam habituados, o Joaquim explicou o plano. De seguida, foi-se embora com o Ambrósio, enquanto o Zé e a Maria foram na direção oposta. Já o Barnabé sentou-se num banco com o Shibi a comer uma sanduíche que tinha roubado de uma outra pessoa.
-Faz a tua parte! Vais conseguir! - afirmou o Zé enquanto caminhava com a Maria.
Então, Maria acercou-se de um guarda e roubou-lhe o distintivo.
Enquanto isso, o Barnabé acabava de comer a sanduíche e o Shibi rosnou. O Barnabé apercebeu-se de quem passava. Não pode ser! - pensava, Não pode ser!
O Ambrósio e o Joaquim voltavam para junto dos amigos, satisfeitos do sucesso da missão até àquele momento. O Zé e a Maria estavam boquiabertos. Eles tinham roubado os walkie-talkies dos polícias, comida e até uma grande quantidade de aparelhos eletrónicos.
- Para que é essa tecnologia toda? - perguntou o Zé.
- Nem vão acreditar! - respondeu o Joaquim.
A Maria pôs o distintivo nas calças meio rotas, pois um décimo das vezes que tentara roubar alguma coisa o roubo tinha dado para o torto. Dirigiu-se a um guarda que protegia a entrada da Casa Branca e disse-lhe mostrando o distintivo:
- Boa-noite! Sou agente da polícia de Washington! Estou a investigar uma ameaça ao Sr. Presidente! Deixe-me entrar!
- Ah! Ah! Ah! Que criança atrevida! Não a posso deixar entrar! - respondeu o guarda, olhando-a desconfiado - É uma criança e nem sequer tem roupa de polícia. Devia ir para a esc…
- Não vê que estou à paisana?! - gritou a Maria interrompendo-o.
O guarda, farto de a tolerar, deixou-a entrar no edifício. Entrou na grande casa com cinco mil e cem metros quadrados de área útil e vinte e um metros de altura.
Noutra parte do edifício, o Joaquim ouviu um “Boa!” vindo do seu walkie-talkie. Era a sua deixa.
- Agora! - gritou para o Ambrósio.
O Ambrósio clicou num botão e o inacreditável aconteceu: a eletricidade foi abaixo num raio de dois quilómetros.
-Zé, tens trinta segundos para entrar na Casa Branca! - avisou o Joaquim.
O Zé entrou pelo sistema de ventilação dentro da Casa Branca. Seguidamente, a luzes acenderam-se.
- Se começarem a disparar aqui dentro tenho chances de sobreviver? - questionou o Zé.
- Bem, - começou o Joaquim - com pistolas a 375m/s…
- E com o alcance de 50 metros! Sim, sim, eu sei! - acrescentou o Zé.
De repente, viram o impossível: o mestre da sabedoria. Ele era o sábio dos sábios. O único adulto que se opunha à intolerância dos adultos. Ele, rezava a lenda, criara o Templo das Dúvidas, mas não o conseguira controlar pois só as crianças têm esse poder. O grupo não sabia porque o reconheciam, como se uma força mística os informara. De repente, uma voz ecoou nas cabeças de todas as pessoas do mundo:
- Boa noite! Quem fala é o MESTRE DA SABEDORIA! Estou aqui para vos comunicar o resultado da minha investigação! Deveis estar a perguntar: “Aqui, onde? Qual investigação? Quem é o MESTRE DA SABEDORIA?” Essas perguntas não interessam agora! Adultos, a vossa intolerância para com as crianças é exagerada e ilimitada, apesar de terem sido as crianças as únicas culpadas, deveis alterar o vosso comportamento! Vós, crianças, tivestes atitudes tão inadequadas e desajustadas que os adultos perderam a paciência! É preciso mudar os comportamentos! A partir de hoje, todas as crianças do mundo se vão portar de forma respeitadora e cumpridora, assim como a intolerância se extinguirá!

E assim foi! A partir daquele momento, tudo mudou! Todos os 2 biliões de crianças do mundo começaram a portar-se 123 vezes melhor! Ninguém se questionou sobre o dono daquela voz que lhes enviara tão bela mensagem, assim como, também, não sabiam que esse tal mestre da sabedoria tinha adotado 5 crianças e 1 cão. E pior ainda, tinha de os tolerar.

Muitos parabéns, Rafael Raimundo e Rafael Vieira!

"Ideias Solidárias", um conto da autoria da Diana Barreto

"Ideias Solidárias" foi o conto escrito pela Diana Barreto para o concurso "Um conto que contas". Soubemos hoje que não foi premiado, contudo é um conto extraordinário que poderia servir de inspiração a muitas pessoas para que tivessem mais ideias solidárias.
Apreciem....

Ideias Solidárias

O senhor Jacinto é um homem possuidor de conhecimentos matemáticos, casas no Havai e noutras terras paradisíacas, quadros de valor de zeros extensos, dezenas de terrenos recém-comprados à espera de serem passados a pente fino e esmagados com edifícios de grande porte onde espera obter sempre valores elevados ao quadrado, animais exóticos de estimação, locais de trabalho com escritórios de área equivalente a uma sala de estar, uma residência numa das mais ricas cidades do mundo, com mordomos, cozinheiros e criados de alta classe, vestidos a rigor a circularem pelos infinitos corredores e dormitórios existentes no seu palacete.
Normalmente veste roupas alegres: um casaco com um padrão de triângulos com botões quadrados, uma camisa branca com círculos cujo perímetro ultrapassa os padrões normais, retângulos, triângulos e quadrados coloridos, calças divididas igualmente por três tecidos, sapatos de veludo e uma cartola com um cilindro perfeitinho no topo com uma fita vermelha e duas penas geometricamente iguais, colocadas em simetria.
Um dia, a neve formava um manto sobre as ruas, um frio glacial pairava no ar e já milhares de andorinhas tinham migrado para sul ou para outras partes do mundo onde havia mais calor. E como pelas janelas do seu escritório só se via o fumo das fábricas a subir e a rasgar o céu, era como se fosse um dia caloroso de verão, ao contrário do que ocorria no lado de fora do espaço onde se encontrava.
Jacinto fez uma pausa no seu trabalho e, vá lá saber-se a razão, lançou um olhar minucioso sobre a paisagem que vislumbrava para lá das vidraças do seu escritório. Começou por tentar decifrar a branca neve sobre as fábricas, de seguida espreitou melhor pelos vitrais coloridos da única janela do seu escritório e reparou num senhor curvado a olhar tristemente para o camião do lixo que se afastava com a sua única fonte de sobrevivência, a uma velocidade inversa ao seu peso.
Por breves minutos, o senhor Jacinto ficou a olhar com ternura para o pobre senhor. Voltou a sentar-se no seu cadeirão forrado com talha dourada de ouro vindo do Brasil. Pegou no lápis e mirou o seu escritório…sentiu-se inquieto…levantou-se novamente… angustiado voltou a olhar para o mundo além da sua vidraça…ao longe, viu o vulto do pobre homem que se arrastava como quem puxa uma carga superior ao seu peso…ficou a vê-lo desaparecer no horizonte. Naquele dia, o espaço circundante do seu escritório tinha sido visto com outro olhar.
De repente, pareceu ter passado um furacão pela sua cabeça. Todos os pensamentos apontavam para o miserável senhor diante de si. Quando tudo acalmou disse para os seus botões:
- Olhando bem, nesta cidade há muitos pobres e desempregados! Pessoas deitadas no chão com bom coração, pessoas sem poder comer ou beber para com saúde viver, pessoas sem casa para morar e dignamente viver sem sofrer, enquanto eu de braços caídos vivo numa casa de luxo! Tenho de fazer qualquer coisa…tem de haver uma forma de ajudar!
Após este pensamento, levantou-se e voltou à janela, quando um cartaz encarnado lhe piscou o olho. Atrás do cartaz estava um terreno à espera de ser comprado. Não sabia bem porquê, mas começou a achar que podia fazer algo em relação aos pedintes se comprasse o terreno. Mas outro pensamento lhe surgiu: comprar e construir O QUÊ?
   Começou a tentar obter um valor aproximado da área do terreno e rabiscou, numa folha, uma casa muito direitinha, usando régua e esquadro para fazer linhas paralelas e perpendiculares.
Quando deu por si já era de noite e, no céu, uma lua brilhante aparecera. Era hora de regressar a casa, ou melhor, ao seu palacete, no seu automóvel topo gama. Antes de entrar em casa, respirou fundo para sentir o ar fresco que a neve trazia e foi quando teve uma ideia. Entrou em casa, pegou na sua agenda, folheou-a e, numa página em branco, escreveu uma única palavra: escola.
No dia seguinte, quando o despertador tocou, Jacinto levantou-se com uma energia inexplicável. Sentia-se com o dobro do stresse que somava com o triplo da pena daquele coitado que vira no dia anterior. Apetecia-lhe ir a uma escola falar daquele senhor e dos seus problemas. Ligou, então, ao seu amigo Joaquim, diretor da Escola Euclides. Numa breve explicação, apresentou o seu interesse em ir a uma escola conseguindo, de imediato, a marcação de um dia para se encontrar com uma turma do ensino secundário.
Na data combinada, a caminho da escola, os seus pensamentos sobre o assunto a abordar cruzavam-se com as observações que ia fazendo: as linhas que dividiam a estrada ao meio, um semáforo que tinha um círculo de raio menor do que os outros, o pavimento dos passeios com motivos geométricos contruídos em isometria com pedra branca e preta. De facto, a matemática está presente no nosso dia a dia…
Foi esta constatação que serviu de início à conversa com os alunos da turma selecionada, levando-os a refletir sobre a importância de observarmos com atenção tudo o que nos rodeia, pois tinha sido assim que ele ficara a conhecer as dificuldades diárias de algumas pessoas. Disse, também, que para se ser cidadão ativo, não basta observar, é preciso ser empreendedor e solidário. Como era aula de matemática fez um pequeno jogo. Usou as sequências para explicar como era importante encontrar uma sequência para contar o dinheiro, exemplificando com a famosa sequência de Fibonacci, para não estarem a contar as notas e moedas uma a uma.
Entretanto, um aluno, o Edgar, sugeriu: envolver todas as turmas da escola. Surgia, assim, o projeto “Ideias Solidárias”.
Mais tarde, quando já tinha passado 90% da aula, a Cátia levantou o braço e perguntou ao Senhor Jacinto se poderia ficar mais tempo na escola. Jacinto, respondeu afirmativamente, dizendo que até podia voltar no dia seguinte. A dois minutos do final da aula, o senhor Jacinto ouviu a sugestão do Vasco: podemos fazer um cartaz para divulgar o projeto.
Durante o intervalo, a turma rodeou o senhor Jacinto, pois todos queriam contribuir com as suas ideias solidárias.
Chegado a casa, o senhor Jacinto pegou no telefone e concretizou a compra do terreno. Os primeiros passos estavam dados.
No dia seguinte, voltou à escola para ajudar a fazer os cartazes, mas antes da concretização dessa tarefa transmitiu-lhes que tinha comprado um terreno que podia ser utilizado para o projeto. Após ouvir algumas sugestões, o senhor Jacinto lembrou que é importante criar abrigos, mas é, igualmente, essencial reintegrar essas pessoas na sociedade. Para isso há que investir na sua qualificação e dar-lhes a oportunidade de descobrirem ou desenvolverem as suas capacidades e mostrarem do que são capazes.
Surgiu, então, a ideia para a ocupação do terreno: uma oficina onde se transformaria lixo em arte, uma galeria de arte onde seriam expostas as obras feitas na oficina e, ao seu lado, uma casa para viverem os que dela necessitassem.
Satisfeito com a ideia empreendedora, o senhor Jacinto deu início à obra. Enquanto os alicerces do edifício iam crescendo, o que levou cerca da terça parte do tempo esperado, pois o senhor Jacinto pagou mais para o aceleramento das obras, os alunos multiplicavam os seus contactos com artistas plásticos, para dinamizarem a oficina, e com casas comerciais para oferecerem o recheio da casa-abrigo. Por outro lado, alguns alunos constituíram uma equipa de rua, apoiados por alguns professores e encarregados de educação, e divulgaram junto dos sem-abrigo o projeto que estava em andamento.

Assim, passo a passo, chegou o dia da inauguração, em que a Galeria de Arte foi aberta ao público já com obras de arte da autoria de um grupo de pessoas que tinham sido tiradas da rua. Muitos foram os visitantes da Galeria, sabendo que ao mesmo tempo estavam a contribuir para uma sociedade mais justa. Mês a mês, o volume de vendas ia subindo e a verba semanal já ultrapassava a média dos mil euros. Nunca é tarde para ajudar!...

Muitos parabéns, Diana! 

13.4.17

Desafio à imaginação...do Rafael Raimundo


A partir da ilustração do Rodrigo, o Rafael Raimundo criou a história...

Coisas de Gato

 Era uma vez um mundo em que os gatos dominavam tudo e todos. Nesse mundo, os gatos viviam em paz, dormiam em cima das árvores e dos prédios e mudaram o nome de muitas atrações turísticas. Assim a “Disneyland” passou a denominar-se “Gatoland”, o “Monte Everest” ficou “Monte Felino”. Os cães, coitados, foram feitos escravos. Os humanos tinham abandonado o planeta, pois os gatos eram muito mais fortes e ágeis do que eles. O Monte Rushmore que antes representava quatro conhecidos presidentes dos Estados Unidos da América, agora representava três dos gatos mais importantes da história e o rei dos gatos da América, Europa e África, o gato Tareco. Já do outro lado do mundo, colada em todos os edifícios e autocarros, estava a fotografia do rei dos gatos da Ásia e da Oceânia, o gato Izabo.
Um dia, o rei Izabo embebedou-se com rum para gato e decidiu atacar o território do rei Tareco. Isto originou uma guerra mundial. Um gato chamado Bonifácio apercebeu-se deste problema e saiu do planeta. O gato Traquinas fechou-se num antigo bunker.
Com a guerra a bombar, nenhum canto da Terra era seguro. A primeira cidade a cair foi Nova Iorque, seguida de Nova Deli e de Gatomala, capital de Gatomala, antiga Guatemala.
Em Gashington DC., o gato rei Tareco perguntou ao seu conselheiro, o gato Gatrump:
- Meu conselheiro, diz-me o que fazer para acabar com a guerra!
O gato Gatrump, sem hesitar, respondeu:
- Por que não chamar o Gatindiana Jones para encontrar e enterrar o machado de guerra?
E assim foi. Gatrump foi a Gatindianapólis à procura de Gatindiana Jones. Infelizmente, ele estava em reunião com Gatcuuck Norris em nova Nova Jersey e foi para lá que se dirigiu Gatrump.
Chegado à cidade, encontrou Gatindiana Jones num bar a ver um programa qualquer de televisão.
- Sr. Gatindiana Jones! – chamou Gatrump.
De repente, o bar enche-se de gritos eufóricos e Gatindiana Jones esclarece:
- O gato Cristiano Gatinaldo é o melhor jogador de futebol do mundo!
Acalmada a euforia de verem Cristiano Gatinaldo, Gatrump descreve a missão ao aventureiro Gatindiana Jones.
- Só aceito com uma condição!!! – gritou Gatindiana Jones. – Deixarem-me levar o meu grande amigo James Gatobond.
E assim foi. Os dois amigos forma procurar o machado a Paris. Revolveram os cantos e recantos da cidade luz e foram à Torre Gateiffel. Nada…não encontraram o machado.
A seguir foram infiltrados em Hong Kong. Estavam num bar a beber uns compôs (de água) e arranjaram uma briga. É claro que eles derrotaram os seus atacantes com tacos de basebol.
Depois foram a Michu Picchu, no Peru. Passaram pelas 7 maravilhas do mundo e mais algumas. Percorreram e vasculharam todos os lugares do mundo e não encontraram o machado.
- Perdi a esperança! – exclamou James Gatobond.
A esperança nunca está perdida! – disse alegremente Gatindiana Jones – Eu sempre soube com quem está o machado.
- Onde? – interrogou James Gatobond.
- Não te posso dizer. – respondeu o aventureiro- mas garanto-te que amanhã já não haverá guerra.
Gatobond foi para casa e Gatindiana Jones para Gashington DC com um grande plano em mente.
Gatrump estava sozinho em casa, orgulhoso de si mesmo. Tinha enganado o presidente, Gatindiana Jones e James Gatobond. Saltou para a sua cama real e pôs-se confortável. De repente, o conselheiro de Tareco ouviu o som de um vidro a partir-se.
- Apanhei-te, gato mau! – gritou Gatindiana Jones depois de partir a janela do quarto de Gatrump. Tu tens o machado de guerra! Qual o melhor sítio para esconder um machado? - disse o aventureiro olhando em sua volta. Já sei!
Gatindiana Jones saltou para baixo da cama de Gatrump e achou o machado de guerra.
O aventureiro fugiu para o deserto mais inabitável do mundo. Quando lá chegou escavou um buraco, pôs lá o machado e tapou-o muito bem.
Depois deste ato, a guerra acabou!
Gatrump foi preso.
Bonifácio voltou à Terra
Traquinas saiu do bunker.
Tareco tinha novamente o domínio total da América e da África e ia agora condecorar Gatindiana Jones e James Gatobond.
- Tareco!!!!
Tareco acabara de acordar com o grito do seu dono. Já não possuía a América, a Europa e a África.
Era apenas um gato comum, pois tudo aquilo que ele vivera durante estes dias não passava de um sonho.

Sonhos, aventuras, domínio de tudo e de todos. Estas palavras não são meras palavras. Estas palavras são coisas de gato.

Parabéns, Rafael Raimundo!

Rodrigo, estás contente com  mais esta a história criada a partir da tua ilustração?

Desafio à imaginação...da Diana Barreto


A partir da ilustração do Rodrigo, a Diana imaginou a história...


A troca

Era uma vez um cão chamado Joel. Joel era um cão novinho, laranja e brincalhão. Gostava de brincar com o seu dono Rui ao jogo  <<taco>>, que consistia em o Rui esconder o taco e Joel tinha de o encontrar. Os dois moravam na cidade de Antuérpia, na Bélgica, pois Rui era emigrante. Rui encontrara Joel durante a viagem do aeroporto de Andenne para o apartamento que tinha comprado. Entretanto Rui encontrara emprego no restaurante Trésor, de comida francesa. Meses depois já tinha uma casa com jardim, no meio da industrializada cidade.

Um dia, os dois amigos estavam a brincar ao <<taco>> num jardim público. De repente uma nuvem cobre Rui e Joel, e deixa-os inconscientes. Quando recuperaram os sentidos, alguns minutos depois, Joel tinha corpo de humano e Rui corpo de cão, mas cada um tinha a sua cabeça como antes.
Ficaram em pânico: Rui estava desorientado, pois não conseguia falar, e Joel não tinha controlo para as mãos e pés, fazendo com que parecesse um maluco e com que fosse contra uma árvore. Quando a calma se instalou, respiraram fundo e pensaram como comunicavam antes: jogando ao jogo <<taco>>.

Jogaram durante horas, embora não resultasse. Ficaram com fome, mas não sabiam o que fazer: Joel não tinha o controlo dos membros e tinha cabeça de cão, o que era estranho, e Rui não podia falar, só ladrar, e tinha corpo de cão. Então decidiram que Joel iria com Rui ao colo, tapando a cara de cão, e Joel falaria, enquanto Rui abria a boca fingindo estar a falar.


O restaurante era animado e estava praticamente cheio. O Rui estava numa mesa central. De qualquer lado, um cliente podia vê-los . De repente, a água que estavam a beber, formou uma bola e enrolou-os,  metendo-os novamente inconscientes. Mais tarde, acordaram fora do restaurante com um papel colado na camisa de Rui: “Les chiens ne sont pas autorisés” (“ Não são permitidos cães”).

Parabéns, Diana!
Gostas da história para a tua ilustração, Rodrigo?

Desafio à imaginação...do Rafael Vieira


A partir da ilustração feita pelo Rodrigo Afonso, o Rafael Vieira imaginou a história...

O Gato Pataroco


O gato Pataroco era um gato que gostava de viajar no tempo. Ainda não vos disse, mas o gato Pataroco era muito especial, pois podia falar. Ele parecia estranho, mas não gozem, pois as aparências não interessam. Como o Capitão América diz: “Todos somos importantes”.
- Ó meu Deus, tanto sossego! Estou farto disto! – dizia Pataroco a olhar pela vidraça da janela.
Jonathan, o seu vizinho, estava sempre a tentar animá-lo, embora não o conseguisse.
- Ei, Pataroco! Sou eu, o teu vizinho, abre a janela!
- Não!
- Tenho uma surpresa para ti!
O gato Pataroco, assim que ouviu a palavra surpresa, foi rapidamente abrir a porta.
- Então diz lá qual é a surpresa!
Ao longo destes anos que somos vizinhos e amigos, nunca te consegui animar, mas hoje vou animar-te! Tenho a certeza!
- Por quê?
- Porque o que te trago pode mudar a minha vida e a tua!
- Huummm! Duvido!...
- Abre a caixa.
Pataroco abriu, então, a caixa e ficou a olhar lá para dentro…
- Uau! O que é?
- Não adivinhas?! É uma máquina do tempo!
- O quê? Uma máquina do tempo? Não acredito!
- Acredita, amigo, é verdade! Podemos viajar para o passado e para o futuro.
- Bora lá…vamos experimentar!
A máquina bem pequena era uma bola com um botão vermelho.
- Então, diz-me lá como é que esta máquina funciona!
- É fácil! Agarramos na bola, clicamos no botão e dizemos o ano…
Pataroco pegou na bola e disse:
- Quero viajar 500 anos para o futuro…
Nada aconteceu...Pataroco, já amuado, vai para a rua com Jonathan…
- O que é isto!? Carros voadores!? Afinal funciona!!! – exclama Pataroco impressionado.
- Ei! Olha para ali! – grita Jonathan apontando apara um prédio com mais de setenta andares.
- Mas como é possível? – perguntava Pataroco perplexo com tudo o que o rodeava.
Jonathan pegou na máquina do tempo e disse:
- Ainda há mais...leva-nos para o ano 711…
Mais uma data…mais uma viagem…e o inacreditável aconteceu…
- Uau! Acho que já estudei isto! – exclamou Pataroco.
- Claro que já! É a invasão muçulmana na Península Ibérica.
- Uau! Nunca esperei ficar tão feliz! Obrigado, meu amigo!
- Espera! Tenho mais para te mostrar! Vamos até ao ano 1986…
E lá foram eles, mas desta vez a emoção transborda dos seus corações.
O Pataroco olhou à sua volta…
- Que beleza! – diz Pataroco em voz baixa surpreendido por estar a ver a cidade onde tinha nascido.
Mas mais surpreso ficou quando, ao virar-se para trás, se viu com poucos meses de idade.
- Olá, bom dia! – disse uma voz doce e amiga.
- Olá! Onde estão os teus pais? – perguntou Pataroco.
- Estão em casa!
- Obrigado! – agradeceu Pataroco que, de imediato, se virou para Jonathan e lhe perguntou:
- Podemos ir a minha casa?
- Para quê?
- Quero ir ver os meus pais…
Caminharam, em silêncio, durante breves minutos. Quando chegaram a casa dos pais de Pataroco, entraram e lá estavam eles…
Pataroco, emocionou-se ao revê-los…há muitos anos que não se sentia tão feliz…as lágrimas saltitavam umas atrás das outras e escorriam-lhe até à ponta do nariz…
- Chega! Vamos para casa!
- Ok! Vamos lá!
Pegaram na máquina do tempo e regressaram a casa. Durante a viagem pelo tempo, Pataroco refletiu sobre a sua maneira de ser e disse:
- Nunca mais vou ser desmancha prazeres! Vou ser sempre feliz!

A partir daí, começou a simpatizar com todos os que habitavam no bairro, fez muitos amigos, enamorou-se da Pituxa, tiveram dois filhos e todos o viam com um ar feliz.

Parabéns, Rafael Vieira!
Rodrigo, está parecida com a história que imaginaste?

Desafio à imaginação...da Diana Barreto


A partir da mesma caixa de fósforos, a Diana Barreto imaginou a história

O fogo

Era uma vez, uma família parisiense que morava perto da Torre Eiffel. Era composta pela mãe, Cécile, pelo pai, Roger, e pela sua filha, Jacqueline. Cécile trabalhava num café, chamado Rêver, e Roger era um homem de negócios.

Um certo dia, Jacqueline tinha uma visita de estudo à torre Eiffel, aproveitando o concerto do artista francês Renaud. Quando chegaram ao monumento, havia um cheiro a queimado no ar. Olharam para todo o lado até que se percebeu de onde vinha o fogo: da Torre Eiffel. Cécile acolheu as crianças no seu café, enquanto ligava para os bombeiros.


Os bombeiros chegaram em 5 minutos e descobriram que o fogo vinha de uma aparelhagem de Renaud.

Muito bem, Diana!
Que achas desta história, Luís?

Desafio...à imaginação da Maria


A partir das ilustrações do Luís Magro representadas numa caixa de fósforos, a Maria Machado, que frequentou a Oficina de Escrita ao longo do ano na biblioteca da Alexandre Herculano,imaginou a seguinte história.

Uma viagem a Paris

Era uma vez uma família que sonhava com uma viagem a França, para ser mais preciso, a Paris.











Um dia, a família decidiu viajar para Paris. Quando lá chegaram, não sabiam onde ficavam os monumentos mais importantes desta cidade, pelo que decidiram comprar um mapa de Paris.





Foram, então, ao Museu do Louvre, tiraram algumas fotografias e entraram lá dentro…depois foram à Torre Eiffel, onde ficaram espantados com a altura da torre.

Ao chegarem a casa, reviram as fotografias e colocaram-nas no Facebook.

Muito bem, Maria!

Que achas, Luís? Ficou parecida com a história que imaginaste?

Um desafio à imaginação...do Rodrigo

Na mesma sessão da Oficina de Ilustração, o Rodrigo Afonso optou por uma única ilustração feita com papel de revista e canetas de feltro...



....que resultou neste excelente trabalho.


Parabéns, Rodrigo!

Quem quer imaginar uma história para esta ilustração?

Um desafio à imaginação...do Luís

Numa sessão da Oficina de Ilustração que decorreu ao longo do ano letivo na Biblioteca Escolar da EB Alexandre Herculano o desafio foi imaginarem uma história que ficaria apenas "na sua cabeça" e fazerem a respetiva ilustração.

O Luís Magro utilizou uma caixa de fósforos e representou nela várias fases da sua história.









Parabéns, Luís! Ficou fantástico!

Conseguem imaginar a história?

8.4.17

SuperTmatik - Ambientação Online

Até 21 de abril todo o parque escolar poderá experimentar o tipo de prova que os Campeões e Vice-Campeões realizarão aquando da Grande Final Online (apesar do ambiente de jogo ser novo, neste ano letivo o tipo de prova será mantido: os finalistas terão de responder a 15 questões no menor tempo possível, contudo as respostas erradas serão penalizadas).
Pretendendo dar oportunidade aos alunos  de contactar com o ambiente que encontrarão nas finais, a eudactica disponibiliza um espaço de ambientação online, ao qual pode aceder, clicando na imagem.
Registam-se como convidados em  www.supertmatik.net  para jogar os vários jogos nos diferentes níveis.


Boletim Informativo

Com base nas atividades dinamizadas pela Biblioteca Escolar, publicámos o Boletim Informativo nº.8 Entre livros e leituras.



Concurso Nacional de Leitura - 2ª Fase

No dia 27 de abril decorrerá a 2ª fase do Concurso Nacional de Leitura da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo, a qual irá decorrer no Auditório do Edifício do Cais da Vala, em Salvaterra de Magos.
Será nesta prova que participarão os alunos selecionados na prova de escola da EB Alexandre Herculano:
- Rafael Lucas Raimundo, 7ºC
- Maria Domingos Jorge Delgado Monteiro, 7ºA
- Beatriz Galvão Lopes, 7ºA



5.4.17

Histórias da Ajudaris

Segunda-feira, dia 3 de abril, os três Agrupamentos de Escolas da cidade de Santarém uniram-se numa cerimónia para apresentação do livro "Histórias da Ajudaris" que integra histórias escritas por jovens autores, alunos destas escolas, para a qual teve o grande apoio da Câmara Municipal de Santarém.


Para apresentar esta cerimónia, tivemos a presença da apresentadora Andreia Rodrigues.


Na sessão de abertura, subiram ao palco Drª Inês Barroso, que representou o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Santarém, e os Diretores dos três Agrupamentos de Escolas: Drª Margarida da Franca, Dr. Manuel Lourenço e Drª. Adélia Esteves.


De seguida, foi exibido o filme da Ajudaris, mostrando os vários projetos desenvolvidos, todos eles segundo lógicas de auto-sustentabilidade, dado não contarem com apoios estatais.

Após o filme, subiram ao palco a Srª Vereadora da Educação, Drª. Inês Barroso, a Srª Presidente da Ajudaris, Drª. Rosa Vila Boas, a Drª. Mercedes Pinto Balsemão e a Coordenadora Interconcelhia da Rede de Bibliotecas Escolares, Drª Filomena Rúbio.


De seguida, os dois alunos da EB Alexandre Herculano, Diana Barreto e João Pimenta, subiram ao palco para acompanhar a Andreia na apresentação do espetáculo.



Coube à Diana apresentar o professor solidário Paulo Jarego do Cartaxo com um apontamento musical.


Seguiu-se a apresentação dos vários autores das histórias, sendo as mesmas apresentadas por elementos do Veto Teatro Oficina que deram vida ao que os nossos brilhantes autores escreveram.



Do Agrupamento de Escolas Sá da Bandeira, os autores Afonso Bento e Madalena Silva que escreveram o conto "Alimentolândia - a ajuda inesperada".


A atuação do Veto...

Seguiu-se o Rafael Raimundo com o conto "O Menino Jorge", da Escola Alexandre Herculano...


...acompanhado pelo Veto para a leitura do seu conto.


Por fim, a aluna Sara Silva, do Agrupamento Dr. Ginestal Machado, com o conto "Dieta Mediterrânica"...


...acompanhada pelos elementos do Veto.

Posteriormente, subiram ao palco as professoras solidárias que acompanharam os alunos na construção dos textos para agradecerem toda a colaboração da Câmara Municipal de Santarém, em particular da Divisão da Educação, do Veto Teatro Oficina do Círculo Cultural Scalabitano, do Teatro Sá da Bandeira, dos Apresentadores...


Para encerramento da cerimónia, uma surpresa preparada por alunos e professores do Agrupamento de Escolas Sá da Bandeira, que escreveram um hino "À Ajudaris" e compuseram a música.


No final, a sessão de autógrafos dos nossos jovens autores.


Parabéns a todos!!!