27.11.18

Oficina da Leitura - 2ª sessão

Com a feira do livro a decorrer, a sessão de hoje da Oficina da Leitura foi dinamizada a partir dos livros disponibilizadas para venda.
Os alunos dispuseram algum tempo para visitar a feira, escolheram um livro e tiveram de colocar por escrito a razão da escolha e indicar a quem ofereciam aquele livro justificando.

Eis as respostas...




"Eu escolhi este livro porque tem desenhos e cores bonitas na capa e achei que era interessante.
Eu daria este livro à minha mãe, pois ela, no dia a dia, tem por hábito utilizar provérbios e, assim, podia a ficar a saber mais".
                                                                                               Madalena






"Escolhi este livro, pois tem um título sugestivo parecendo um livro interessante e engraçado.
O título foi o que me atraiu em primeiro lugar. A seguir foi, ao abri-lo, o facto de ter poemas.
A pessoa que eu escolhia para oferecer este livro era a Matilde, a minha irmã mais nova. Ela está no 2º ano e era bom para ela ler poemas!"
                                                                                             Clara




"O que me atraiu, neste livro, foi a capa...é muito atrativa!
Eu daria este livro à minha prima Catarina que vive no Porto, porque ela adora ler livros grandes que a prendam muito tempo à leitura...e também porque o título se adequa à vida dela".
Ao ler um pouco do livro escolhi uma frase de que gostei muito, porque representa a amizade da menina pela sua amiga:
"Luísa, estou a escrever-te só para te tranquilizar, hoje na explicação vi que estavas muito nervosa, até com as mãos a tremer".
                                                                                              Carolina





 "Eu escolhi este livro porque adoro cães e vi o filme.
Também gosto dos livros da autora Lois Duncan.

Eu daria ao meu melhor amigo, porque ele ama bastante cães.

                                                          Rafael V.







"Eu escolhi este livro por causa do género literário e do autor.
O género atrai-me porque é poesia. Eu sempre adorei poesia.
O autor atrai-me porque o admiro muito...admiro-o desde que comecei a gostar de poesia, ou seja, desde sempre.
Eu daria este livro aos meus pais, porque eles sempre me ofereceram livros e acho que seria uma retribuição justa e engraçada"
                                                                                                     Rafael R.



26.11.18

Abertura da Feira do Livro

Já teve início a Feira do Livro na EB Alexandre Herculano.
Há livros para todas as idades...de diferentes temáticas...de preços variados...




25.11.18

OFICINA da ILUSTRAÇÃO

DESAFIO: a LINHA e o PONTO  (conclusão)





Depois de terem desenhado uma paisagem marinha, usando sobretudo a MEMÓRIA, as nossas artistas desenharam uma natureza morta: uma romã, treinando a capacidade de OBSERVAÇÃO. Os trabalhos da Íris e da Filipa representam muito bem as formas e as cores deste fruto. Bom apetite!


 
















Lembram-se qual é a técnica utilizada? Pontilhismo: desenhar com pontos – isolados ou concentrados, menores ou maiores, p&b ou cores, com formas diversas.

Observem também o trabalho de outro jovem artista:





Finalmente, observem a obra O Circo, de Seurat, de 1891. Notem como o artista usou pontos para representar formas e cores… Para saberem como Seurat fez este quadro, explorem a seguinte página web: www.metmuseum.org/works_of_art


Estudo










Obra final (pormenor)




24.11.18

Dia Nacional da Cultura Científica

Hoje, dia 24 de novembro, comemora-se o Dia Nacional da Cultura Científica que foi criado em 1996, em Portugal, como homenagem a Rómulo de Carvalho, nascido nesse dia no ano de 1906.
Rómulo de Carvalho foi professor de Física e Química responsável pela promoção de ensino da ciência e da cultura científica no nosso país. Além de professor, foi metodólogo, investigador e autor de manuais escolares, de livros de divulgação científica e de poesia, estes últimos sob o pseudónimo de António Gedeão.
Lembrando a data, a equipa da biblioteca escolar montou uma pequena exposição com materiais disponibilizados pelo Departamento das Ciências Experimentais.



Feira do Livro

Na próxima semana, de 26 a 30 de novembro, das 08 e 30 às 17 e 30, na biblioteca da EB Alexandre Herculano vai decorrer uma Feira do Livro.



21.11.18

Oficina da Escrita - 2ª Sessão

A segunda sessão da Oficina da Escrita foi no dia 20 de novembro.

Nesta sessão, os alunos do 2º Ciclo foram desafiados a participar no blogue "Histórias em 77 Palavras", da escritora Margarida Fonseca Santos. Este blogue, criado em 2011, tem como filosofia apresentar desafios de escrita, em que esta tem de ser feita respeitando algumas restrições.
Hoje escolhemos o desafio nº 154, de 10 de novembro, que consiste em escrever um microconto com 77 palavras, em que dez delas tenham as letras METR.
A primeira etapa foi descobrirem dez palavras para, de seguida, as utilizarem no seu conto com 77 palavras.

Surgiram os seguintes contos:

Era no metropolitano que eles se encontravam. Eles tinham de manter aquilo em segredo. O pai dela teimara que eles não se podiam encontrar.
Ela mentira ao pai dizendo que ia ter com as amigas para trabalharem para a escola. Eles trazem presentes um para o outro. Ela começa a tremer e ele a tremelicar.
Depois vão rápido para as suas casas para meter os seus presentes em segurança.
Adormecem a imaginar como será o próximo encontro.
                                                                                                    Madalena

A chuva teimara em embater nos vidros das casas. Ângela tremia de medo só de ouvir a chuva. A mãe ao contemplar a filha a meter-se apressadamente na cama e a tapar-se toda até às pontas dos cabelos, perguntou-lhe:
- Ângela, o que tens filha?
Ainda a tremelicar, Ângela respondeu:
- Nada, mãe!
A mãe compreendeu o que se passava e rapidamente resolveu aquele aborrecimento. Foi buscar um livro fascinante que leu calmamente. Ângela parou de tremer.
                                                                                                                                 Clara
Na aula de trompete, o aborrecimento era tão grande que me imaginei no metro a tremer de frio, apesar de ter camisola térmica. Durante este pensamento, chegou alguém que disse:
- Adoro andar de metropolitano!
- O que é um metropolitano? - perguntei.
- É um metro!!!
Entretanto ouvi:
- Sofia!
Amedrontada, abri os olhos.
- Não tens de temer. Só te quero atenta!
E continuei a ouvir o professor falar dos centímetros e do comprimento do trompete.
                                                                                                                                         Sofia
Certo dia, no metropolitano de Lisboa, vi um rapaz a estender, no chão, um lenço com um metro e oitenta centímetros, a delimitar o espaço com capas de CD, meter o trompete na boca e tocar. Então, tirei o meu trombone da caixa e juntei-me a ele.
Chegou a noite, o trompetista despediu-se de mim com um aperto de mão e um "obrigado". Reparei que tremia de frio. Ofereci-lhe uma camisola térmica que tinha comprado para mim.
                                                                                                                                      Afonso

20.11.18

OFICINA da ILUSTRAÇÃO

DESAFIO: a LINHA e o PONTO (continuação)

No século XIX, artistas impressionistas, como Signac, Pissaro e
Seurat, exploraram o ponto, sobretudo para representar a cor.

Pontilhismo: desenhar com pontos – isolados ou concentrados, menores ou maiores, p&b ou cores, com formas diversas.

BARCOS no mar… Este motivo é trabalhado de forma diferente pelas nossas artistas Daniela e Íris. Observem com atenção:

Onde acaba o mar e começa o céu? Onde predomina o mar?
Em qual das paisagens é mais extenso o céu?
Que trabalho sugere o pôr-do-sol? Onde estão mais difusos 
os raios solares? Do amarelo, ao laranja, ao vermelho…
Quais as cores do mar? Azul? Verde? Ou uma mistura?
Vejamos os barcos: as formas, as cores… 
        Que elementos nos informam sobre os que estão mais próximos / distantes?
Experimentem observar estas obras em terços…

Bom trabalho!


Íris Santos


Daniela Carreira


 Pissaro (estudo a p&b)  Signac (Veneza)





19.11.18

Ajudaris 2019

Oficina da Leitura - 1ª Sessão

No passado dia 13 de novembro teve início a Oficin@ da Leitura@.
Os alunos presentes tomaram conhecimento dos objetivos desta Oficina:
- Realizar leitura crítica e autónoma.
- Utilizar métodos de trabalho científico para identificar os hábitos de leitura de duas turmas (uma do 2º Ciclo e outra do 3º), o possível afastamento desses jovens da leitura.
- Implementar um conjunto de estratégias para o desenvolvimento da prática da leitura.

Começaram, então, por refletir individualmente sobre algumas perguntas-chave, às quais responderem por escrito.

Gostas de ler?Qual a razão?
R. R. - Sim. Eu gosto de ler, porque desde pequeno que os meus pais me compram muitos livros. Portanto, eles tiveram uma grande influência neste meu gosto pele leitura. Para além dos meus pais, os meus professores sempre apelaram à leitura. Não é por acaso que tenho em casa centenas de livros que já li ou que me foram lidos.
R. V. - Sim, gosto muito. Desperta a minha imaginação e faz-me entrar no mundo da fantasia.

Os teus colegas gostam de ler?
R. R. - Eu acho que sim. Gostam mesmo que não o façam.
R. V. - Sim!

Que razões apontas que justifique o divórcio da leitura de muitos jovens?
R. R. - Uma das razões que justifica esse divórcio são as tecnologias que cada vez mais fazem parte da vida dos jovens. Outra das razões pode ser a falta de tempo por causa das atividades fora da escola.
R.V. Na minha opinião, é a preguiça e a falta de tempo e de vontade.

O que podemos fazer (alunos, docentes, encarregados de educação) para melhorar os níveis de leitura entre os jovens?
R. R.  - O mais adequado para melhorar os níveis de leitura é incentivá-los a ler, mostrando-lhes diferentes tipos de leitura.
R.V. - Incentivar à leitura, apresentando-lhes livros baseados em séries e filmes.

Após diálogo sobre as respostas dadas, foi dedicado algum tempo à leitura das obras selecionadas para o Concurso Nacional de Leitura e troca de ideias sobre as mesmas.



11.11.18

Workshop de Poesia - Casa-Museu Passos Canavarro

A Casa-Museu Passos Canavarro levou a efeito no dia 13 de outubro, sábado, pelas 17 horas, um workshop de poesia com a presença da jovem poetisa e pianista japonesa Mizuki Watanabe, de 13 anos. A sua vinda a Santarém foi no âmbito dum projeto da "Japan Foundation" que decorreu na Finlândia e em Portugal.
No âmbito deste workshop, o Senhor Presidente, Dr. Passos Canavarro, convidou um grupo de quatro alunos, de idade compreendida entre os 12 e os 15 anos, dos Agrupamentos de Escolas de Santarém.
A representar o Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano estiveram os alunos Diana, Francisca, Maria e Rafael.


Segue-se um vídeo do Correio do Ribatejo com a atuação de Mizuki.



Transcrevo para aqui três poemas (traduzidos) da sua autoria.

BALÃO DAS EMOÇÕES

O balão das emoções foi se enchendo
Balão vermelho que não explode nem rebenta
Vai se enchendo e para de crescer
Cresceu e cresceu, ficou maior do que eu
Abraçou a minha casa e subiu até ao céu
Tornando-se gigante

Mostrou o seu melhor sorriso
Acenando as mãos à gente de África.

Ficou tão cheio que passou da estratosfera
Assistiu ao panorama que se estendia no espaço
Agora o balão já não tem por onde crescer
Já não sabe o que fazer
Sozinho
Flutua pelo espaço.


NOTA MUSICAL

As notas musicais fugiram
Corri atrás delas
Correram em Colcheia
Persegui-as em Semicolcheia
Continuaram a fugir em Staccato
Persegui-as em Alegro
De repente começaram a correr em Legato
Como se fossem donzelas
Tentei acompanhá-las em Ligadura
Ficou pronta a música
Levei as notas para casa
Voltamos todos à partitura.


MENTIRA

Nasceu uma pequena, muito pequena mentira
Respirou mentiras e cresceu
Cresceu e começou a trabalhar
Trabalhava fazendo crer nas suas mentiras
Poucos acreditavam
Respirou mais mentiras, tornou-se mais esperta
Mentira sobre mentira, trabalhou com sucesso
Todos acreditaram apesar de ser mentira
Deu à luz uma criança, o seu nome também mentira
O bebé da mentira também é mentiroso
A mentira cresce pensando na velhice
Respira mentiras e continua a mentir
Perante a morte, rodeada por todos
As suas últimas palavras, também são mentira.


Após excelentes momentos musicais e poéticos, foi servido um lanche.



Saboreado o lanche, os jovens da Escola Alexandre Herculano aproveitaram a oportunidade para conversarem com Mizuki.



Foi um final de tarde fantástico, uma excelente oportunidade de intercâmbio luso-nipónico.

O nosso obrigado ao Dr. Pedro Canavarro pelo convite e os nossos parabéns pela iniciativa.

Juntamos, igualmente, a reportagem feita pelo Jornal Mirante.


10.11.18

Biblioteca da Sala - EB São Domingos - T7

Os alunos da T7 começaram por idealizar uma "parede" com rolhas de cortiça enfiadas em arame, contudo dada a dificuldade em realizar tal tarefa, tiveram de pensar no aproveitamento de outro material. Surgiu, então, a ideia de cortar os fundos de garrafas de plástico e pintá-los com tinta acrílica que tinha sobrado de outro trabalho.
As tampinhas das garrafas serviram para revestir as letras da palavra "BIBLIOTECA".




Os fundos das garrafas pintados foram enfiados em fio...





...alguns alunos consideraram que ficava melhor se deixassem o mesmo intervalo entre os fundos das garrafas...


A intercalar com os fios dos fundos das garrafas, colocaram fios com contas...

Eis o resultado final.



Biblioteca de Sala - EB São Domingos, T6

Os alunos da T6 usaram o trapilho para construir a "parede" e ao longo do ano vão compondo ilustrações das personagens dos livros lidos que penduram no trapilho.
Foi preciso medir o trapilho...




Quanto à ilustração das personagens, são utilizados, preferencialmente, materiais de desperdício.









Em relação às letras da palavra "BIBLIOTECA", foram revestidas com bocados de tecido.





Por agora está assim, mas a "parede", pouco a pouco, irá ficar mais preenchida.