14.10.18

Concurso Nacional de Leitura - 3º Ciclo

Ao nível do 3º Ciclo, os alunos interessados em participar têm de ler duas obras:

Trash - Os Rapazes do Lixo, uma obra da autoria de Andy Mulligan.

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O Homem que engoliu a Lua, uma obra da autoria de Mário de Carvalho

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Concurso Nacional de Leitura - 2º Ciclo

Ao nível do 2º Ciclo, os alunos interessados em participar têm de ler duas obras:

O Estranhão, da autoria de Álvaro Magalhães
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Missão Impossível, da autoria de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

Livro disponível na biblioteca escolar da EB Alexandre Herculano

Esta obra também está disponível em formato digital na página da Fundação Jorge Álvares.



13.10.18

Concurso Nacional de Leitura - 1º Ciclo

Para participarem no Concurso Nacional de Leitura, os alunos têm de ler as seguintes obras:

Quero Crescer, da autoria de Luisa Ducla Soares

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Há dias assim, da autoria de Margarida Fonseca Santos
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Concurso Nacional de Leitura - 13ª Edição


O Concurso Nacional de Leitura (CNL), na sua 13ª Edição, é uma iniciativa do Plano Nacional de Leitura (PNL) a que se associam a Rede de Bibliotecas Escolares (RBE), com a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), com o Camões - Instituto da Cooperação e da Língua (Camões, IP) coma Direção-Geral de Administração Escolar/Direção de Serviços de Ensino e das Escolas Portuguesas no Estrangeiro (DGAE/DSEEPE) e com a Rádio Televisão Portuguesa (RTP), responsável pela cobertura televisiva do evento.
A participação no concurso está aberta aos alunos dos 1º/2º/3º Ciclos e Ensino Secundário que devem revelar o interesse em participar ao seu professor de Português.
O primeiro momento será a fase escolar na qual os alunos terão de ler duas obras previamente indicadas para cada ciclo e prestar provas:
1ºCiclo - na primeira semana de dezembro
2º e 3º Ciclos - na segunda semana de dezembro.

Nesta fase, serão apurados dois vencedores por nível de ensino por Agrupamento de Escolas.

5.10.18

Dia do Professor

No Dia Mundial do Professor, os nossos parabéns a todos os professores! A Editora Leya desafiou João Pedro Mésseder a escrever um texto de homenagem aos professores. Aqui fica...

1.10.18

Outubro, mês da Biblioteca Escolar

A partir do tema definido pela International Association of School Librarianship (IASL) para o International School Library Month (ISLM) em 2018, "Why I love my school library", a RBE optou por uma linguagem híbrida

Desafiamos os alunos do Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano a criar uma frase, uma foto, um vídeo, ... original que ilustre a sua ligação à biblioteca escolar. O trabalho criado deve ser entregue na biblioteca ou enviado para a professora bibliotecária por mail para, posteriormente, ser partilhado no blogue da biblioteca.

Newsletter - setembro

silkcloset de Risoleta

"Aprender a Aprender" - Oferta Complementar do 4º ano

Perante o aumento da quantidade de informação disponível e uma atração crescente pelos formatos digitais, nem sempre fiáveis, é indiscutível a necessidade de orientarmos os alunos nas literacias, nomeadamente da informação e dos media.
Assim, no Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano, é lecionada a disciplina "Aprender a Aprender", como Oferta Complementar no 4º ano de escolaridade que visa a construção de conhecimento pelos alunos, capacitando-os para o acesso à informação, de forma crítica, ética e socialmente responsável.
Pretendemos promover o trabalho de projeto, tendo como pano de fundo o património local e a realidade multicultural deste Agrupamento de Escolas.
Os alunos são, então, orientados na concretização de um projeto ligado ao património, em todas as etapas do processo até ao produto final, utilizando o modelo de pesquisa BIG 6. Quanto aos produtos finais produzidos, além de envolverem a família, têm como objetivo a sua apresentação pública.
Na primeira aula, os alunos do 4º ano dos diferentes estabelecimentos de ensino foram desafiados a folhear revistas, a identificar os vários assuntos abordados e a escolherem um da sua preferência, justificando.



A ação da biblioteca escolar em 2018-2019


Estamos de regresso às aulas...são momentos de encontros, de partilha, de reflexão, de opções...
De facto, na atual sociedade do conhecimento, há que repensar estratégias para que consigamos fazer leitores na era digital. A este propósito, somos da mesma opinião de Helena Araújo (2016:1)
"As bibliotecas escolares preocupam-se com as aprendizagens, com o apoio ao currículo, com as múltiplas literacias que têm de desenvolver nos alunos, com os processos inerentes à gestão e à avaliação, com a estratégia e o marketing, com as novas tecnologias e a necessidade de se manterem atualizadas. Mas, apesar de todas as responsabilidades que caem sobre as bibliotecas escolares, a maior de todas ainda continua a ser a de fazer leitores. Fazer leitores fluentes, críticos, interventivos, capazes de ler em vários suportes e vários formatos".
Na receção aos alunos do 5º ano, a biblioteca dinamizou sessões de formação de utilizadores da biblioteca. Estas sessões eram constituídas por duas partes: visita guiada à biblioteca e bibliopaper.
Visita guiada

Bibliopaper

Bibliopaper

Foi o primeiro contacto com a biblioteca, os seus profissionais, os seus serviços e as suas obras...
Outras iniciativas se seguirão a fim de que os alunos do Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano sejam leitores mais eficientes em qualquer tipo de suporte.

Araújo, H. (2016). O texto e a literatura literária na biblioteca escolar: fundamentos, estratégias e atividades. Lisboa: Rede Bibliotecas Escolares.

17.7.18

Encontro com Helena Inês

“A leitura do século XXI coloca-nos desafios múltiplos e complexos, para os quais a escola e a biblioteca têm de encontrar as respostas adequadas. Adequadas na forma e no tempo” (Teresa Calçada, 2007). Tendo como pano de fundo esta realidade e respetiva preocupação, a disciplina de “Leituras Interdisciplinares” é lecionada procurando responder à necessidade da prática da leitura de livros, sem esquecer a escrita nem a literacia digital.
Assim, num primeiro momento, foram desenvolvidas atividades de pré-leitura da obra de Helena Inês, Esmeralda, a menina com síndrome do amor, cujos objetivos foram: proporcionar um espaço/tempo de convívio com materiais evocadores de obras literárias; promover a leitura do texto icónico; promover o diálogo em torno das imagens da obra e antecipar a história a partir das imagens da capa e do interior do livro.




Quanto à construção da história a partir das imagens da obra atrás referida, os alunos participaram ativamente. Foi uma ocasião para desenvolver a imaginação e a expressão oral. Sendo uma situação de interação oral, houve necessidade de avivar regras nos diferentes papéis em que estavam a participar: ouvir os outros; esperara pela sua vez; respeitar o que tinha sido solicitado.
Num segundo momento, procedeu-se à leitura da obra Esmeralda, a Menina com Síndrome do Amor, cujos objetivos foram: promover o gosto pela leitura e desenvolver a compreensão leitora. Ao longo da leitura, foram introduzidas pausas para que os alunos identificassem as diferenças entre a história que tinham imaginado e a escrita no livro, mas também para os questionar com o intuito de facilitar a compreensão do vocabulário, dos acontecimentos, das ideias e das características das personagens.
De seguida, fez-se a leitura da obra em simultâneo com a visualização, uma a uma, das imagens do texto já apresentadas na aula anterior.Num terceiro momento houve o reconto oral da história pelos alunos, etapa essencial ao trabalho que se seguia que era a construção do retrato físico e psicológico da personagem Esmeralda.
Tendo por base o retrato físico e psicológico da Esmeralda e a temática “Natureza”, construiu-se, coletivamente, um texto. Assim, partindo do princípio que a nossa personagem era especial, começámos por escrever no quadro algumas palavras com a terminação “al”: Chantal (nome escolhido para a personagem), desigual, sinal, sensacional, cordial, natural, excecional, profissional, mal e outras que não chegaram a ser utilizadas.
De seguida, deu-se início à narrativa com o retrato da personagem, introduzindo algumas palavras com a terminação “al”. Após esta descrição, a decisão de lhe darmos uma tarefa em que se sentisse feliz e, por fim, mostrarmos que ela é tão especial que era incapaz de fazer mal às plantas, às árvores e às florestas, como algumas pessoas tinham feito, provocando os grandes incêndios do verão de 2017 e que estavam na memória dos alunos.
Num quinto momento, distribuído por várias aulas, houve a construção de uma caixa que serviu para contar a história “Chantal, a nossa amiga especial” no Dia da Família, quinze de maio, evento organizado pela Biblioteca Escolar aberto à comunidade educativa e que contará com a presença dos encarregados de educação dos alunos desta turma.
O ponto de partida, deste quinto momento, foi uma caixa e a recolha de materiais recuperáveis (revistas, papel de embrulho, sacos de papel coloridos, caixas de ovos, esponja, copos de plástico de café…).

De seguida, a caixa foi toda revestida com papel, diferenciando cada lado e o seu interior, conforme a parte da história a que se destinava. Fizeram-se flores de papel, vasos decorados, passarinhos, borboletas, árvores, cogumelos para compor o cenário.
Por fim, construiu-se a personagem principal, Chantal.

Este foi o trabalho realizado pela T2, Quanto às outras turmas, também leram a obra e prepararam a receção à autora Helena Inês.

Chegado o dia combinado, assim que entrou no pátio da escola, Helena Inês foi de imediato reconhecida e acarinhada por algumas crianças.


Com muita ternura, falou da necessidade de sabermos respeitar todos por igual independentemente das suas características. De seguida, respondeu às muitas perguntas colocadas pelos alunos da várias turmas.





Por fim, os alunos da T2 contaram a história usando a caixa construída como cenário das várias partes da história. Com fotografias do cenário e o texto criado, construímos um livro digital.

Book titled 'Autores: T2 da EB Mergulhão'


Para rematar a tarde e como forma de agradecimento à autora, cada turma ofereceu à autora um presente feito por si. 

Um avental da T1


Uma jarra em barro com flores em cartolina da T2

Uma tela da T3

Individuais da T6


Caderno com capas ilustradas pelos alunos e um lápis, da T5



A T.4 ofereceu um livrinho com ilustrações feitas pelos alunos e uma tela representativa da temática trabalhada na obra escrita pela autora Helena Inês.
Por sua vez, todos os alunos receberam um marcador e um chupa-chupa da autora.

Um grande obrigada a todos os docentes e alunos pelo seu envolvimento na atividade. Mostraram ser uns verdadeiros artistas.
Quanto à autora e grande amiga Helena Inês, o meu muito obrigada pela disponibilidade para se deslocar a Santarém, pelo olhar terno e meigo com que olha para os que a rodeiam e pelas suas palavras simples e carinhosas com que partilha as suas experiências de vida.
Obrigada, amiga do 💓

15.7.18

Visita Cultural a Aveiro

Há vários anos que a biblioteca escolar organiza, anualmente, uma visita cultural. Este ano foi à cidade de Aveiro. Situada na costa oeste portuguesa cresceu junto à Ria de Aveiro e é conhecida como a "Veneza portuguesa". Saramago descreve-a como um "corpo vivo que liga a terra ao mar como um enorme coração".


A visita teve o seu início no centro da cidade no Museu Arte Nova, onde fomos recebidos por duas excelentes guias que nos acompanharam não só no interior deste museu, como nos levaram a apreciar o conjunto de edifícios de Arte Nova que realçam pelas suas fachadas, pelos seus ornamentos com ferro forjado e pedra lavrada, painéis de azulejo, colunas decoradas...

Museu de Arte Nova

Roteiro das Fachadas
No Museu de Arte Nova, conhecemos os pressupostos desta revolução estética e os setores artísticos abrangidos: pinturas, arquitetura, mobiliário, ourivesaria, vestuário, calçado, escultura, cerâmica, têxteis...
Em Portugal, surgiu tardiamente e deu-se durante muito pouco tempo, tendo sido aplicada em prédios da burguesia urbana, em palacetes, pequenos espaços comerciais, etc.


Ainda de manhã, visitámos o Ecomuseu Marinha da Troncalhada, onde conhecemos os métodos de produção artesanal do sal, assim como a paisagem, a fauna e a flora características da Ria de Aveiro.
A visita pelas salinas proporcionou a observação de algumas plantas e aves que têm o seu habitat no ecossistema lagunar.


Após o almoço, seguiu-se um passeio de moliceiro com degustação de ovos moles e espumante.


Após a viagem de moliceiro, fomos visitar a fábrica e museu da Vista Alegre.

Antes da visita ao museu, fomos convidados a entrar na Capela da Vista Alegre.


De seguida, seguimos para o Museu...





Ficámos a conhecer a história da fundação da fábrica da porcelana da Vista Alegre, da qual realço ter sido a primeira unidade industrial dedicada à produção de porcelana em Portugal. Através da história da fábrica, acompanhámos a evolução estética da produção da porcelana e a sua importância na sociedade portuguesa nos séculos XIX e XX.


Uma outra curiosidade: o corpo de Bombeiros Privativo da Vista Alegre, criado em 1 de outubro de 1880, é o mais antigo corpo privado do país. No Museu da Vista Alegre encontram-se alguns objetos e equipamentos históricos centenários de combate às chamas.

Datado de 1944, a creche da Vista Alegre acolhia e cuidava dos filhos dos trabalhadores, tendo sido um importante apoio social para a comunidade. Atualmente, este edifício foi reconvertido em extensão educativa do Museu Vista Alegre com uma programação cultural que promove a ligação entre a fábrica e os seus visitantes criando oportunidades de aprendizagem.

No final da visita, uma passagem pela loja...

...e era hora de apanharmos de novo o autocarro...

O nosso próximo destino era a Costa Nova...


A Costa Nova é um espaço entre a ria e o mar, em que as suas casas típicas dão um colorido único à paisagem.


E assim terminou mais uma visita cultural...