Foi nossa convidada, para este Encontro, a Professora Vanda Salvaterra. Esta docente, licenciada em Biologia, exerce as suas funções na Escola Secundária Sá da Bandeira, é orientadora de estágios profissionais e formadora no âmbito das Ciências Experimentais.
A professora Vanda começou por agradecer o convite e elogiar a iniciativa.
Após esta introdução, fez uma retrospetiva das estratégias apresentadas pelos vários departamentos, evidenciando as mais-valias de cada uma delas.
Assim, enalteceu algumas estratégias, parte delas referidas por todos os docentes participantes:
-a observação e identificação dos elementos da natureza;
-a realização de trabalhos práticos;
-a promoção da reflexão;
-o trabalho de grupo, pois encoraja a partilha de ideias e a discussão;
-a interdisciplinaridade;
-a aula de campo;
- (...)
A professora Vanda realçou, também, que o trabalho prático aplica-se em muitas situações que pode ser ou não laboratorial. Ou seja, o importante é que a criança seja ativa na realização da tarefa, como se pode ver nos vários exemplos aqui apresentados:
-visionamento de imagens;
-exploração de materiais;
-exploração de histórias;
-exploração de vivências das crianças;
-observação (meio local ou na sala)
-visionamento de um filme;
- (...).
Por fim, deixou algumas perguntas no ar:
- Será que a curiosidade das crianças se esgota no pré-escolar e no 1ºciclo?
- Qual será a razão para a redução da atividade experimental ao longo da escolaridade?
- (...)
Um grande obrigada pela sua partilha, Professora Vanda Salvaterra!
No encerramento do 5ºEncontro Aprender em Partilha,a professora bibliotecária Risoleta Montez agradeceu a presença de todos, nomeadamente da convidada, a Professora Vanda Salvaterra.
O agradecimento foi, igualmente, feito aos coordenadores de departamento pelo seu envolvimento em todos os Encontros "Aprender em Partilha", assim como à Direção que marcou sempre presença nestes eventos.
Neste espaço, partilhamos e divulgamos as atividades dinamizadas no âmbito do Plano Anual de Atividades das Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano. Além desta divulgação, daremos a conhecer, aos nossos visitantes, outros temas relevantes e atuais.
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8.5.15
"Ler a Natureza" - Partilha do Departamento do Pré-Escolar
O Departamento do Pré-Escolar fez-se representar pela docente Aurélia Gaivoto, coordenadora de ciclo deste Departamento.
A docente apresentou algumas estratégias desenvolvidas neste nível de ensino a fim de que a intervenção educativa contribua para o desenvolvimento da literacia científica.
A docente apresentou algumas estratégias desenvolvidas neste nível de ensino a fim de que a intervenção educativa contribua para o desenvolvimento da literacia científica.
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| Planta-se, semeia-se e identificam-se plantas e sementes |
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| Brinca-se com os animais e descobrem-se as suas características |
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| Realizam-se experiências |
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| Contacta-se com obras de arte, "Land Art", feitas com e na natureza. |
| Passeia-se pelo campo e observa-se a natureza |
| Desenvolvem-se competências matemáticas |
| Constrói-se o herbário e o álbum de penas |
| Fazem-se experiências |
Muito obrigada, pela partilha, Aurélia! |
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5ºEncontro Aprender em Partilha
"Ler a Natureza" - Partilha do Departamento do 1ºCiclo
O Departamento do 1ºCiclo fez-se representar pela docente Margarida Sousa, coordenadora do grupo de docentes que lecionam o 3º ano de escolaridade.
Esta docente iniciou a sua apresentação com uma frase de Vítor Hugo:
"É triste pensar que a natureza fala e que o género humano não a ouve".
De seguida, lembrou os objetivos das ciências experimentais:
- Promover e desenvolver o gosto pela aprendizagem das ciências experimentais;
- Conceber, planificar, implementar e avaliar as atividades experimentais;
- Desenvolver metodologias de promoção, divulgação e socialização das ciências experimentais para crianças;
- Sistematizar o método experimental/metodologia científica no 1ºciclo;
- Contribuir para que os alunos cresçam como cidadãos participativos na sociedade.
Realçou, também, que as atividades de ciências experimentais ajudam a desenvolver atitudes e qualidades nos nossos alunos, tais como:
-a curiosidade;
-o respeito pela evidência;
-o espírito de abertura;
-a reflexão crítica;
-a perseverança;
-o espírito de cooperação;
-o respeito pelo outro.
Posteriormente, apresentou algumas atividades realizadas no 1ºCiclo:
Será que de um pedaço de uma planta posso obter outra planta?

Muito obrigada pela partilha, Margarida!
Esta docente iniciou a sua apresentação com uma frase de Vítor Hugo:
"É triste pensar que a natureza fala e que o género humano não a ouve".
De seguida, lembrou os objetivos das ciências experimentais:
- Promover e desenvolver o gosto pela aprendizagem das ciências experimentais;
- Conceber, planificar, implementar e avaliar as atividades experimentais;
- Desenvolver metodologias de promoção, divulgação e socialização das ciências experimentais para crianças;
- Sistematizar o método experimental/metodologia científica no 1ºciclo;
- Contribuir para que os alunos cresçam como cidadãos participativos na sociedade.
Realçou, também, que as atividades de ciências experimentais ajudam a desenvolver atitudes e qualidades nos nossos alunos, tais como:
-a curiosidade;
-o respeito pela evidência;
-o espírito de abertura;
-a reflexão crítica;
-a perseverança;
-o espírito de cooperação;
-o respeito pelo outro.
Posteriormente, apresentou algumas atividades realizadas no 1ºCiclo:
| Observação de imagens |
| Construção de cartazes de sistematização |
| Fazem-se sementeiras na sala |
| Trazem-se plantas espontâneas para a sala |
| Fazem-se experiências: "Será que a planta transpira?" |
| Registam-se as conclusões |
| Faz-se a experiência |
| Observa-se e conclui-se |
| Faz-se a horta no espaço exterior da escola |
| Constroem-se painéis com as folhas, flores e outros elementos recolhidos na natureza |
Muito obrigada pela partilha, Margarida!
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5ºEncontro Aprender em Partilha
"Ler a Natureza" - Partilha do Departamento das Ciências Experimentais (2ºCiclo)
Saindo da rotina de uma aula expositiva e contornando a extensão do programa de Ciências, a docente e diretora do Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano, Margarida da Franca, apresentou dois percursos pedagógicos de envolvimento dos alunos no processo de aprendizagem.
Antes da apresentação desses percursos, referiu o contributo que as Ciências Naturais podem prestar para formar o cidadão consciente e capaz de enfrentar o mundo atual em profunda e constante mudança:
-contribui para a elaboração de novas estruturas conceptuais através da atividade experimental;
-facilita a compreensão do mundo natural e tecnológico em que vivemos ao desenvolver uma metodologia experimental;
-promove a integração na comunidade, no sentido da procura da qualidade de vida e da defesa do consumidor;
-contribui para a tomada de consciência da responsabilidade individual ao nível da saúde, como bem comum;
-sensibiliza para a relevância dos novos conhecimentos da Biologia e da Física e Química na melhoria das condições de vida.
A professora Margarida da Franca salientou, ainda, que os alunos devem "aprender fazendo".
Assim:
1º) Pensa-se na finalidade, partindo do que se pretende obter, sem palavras"caras" ou muito "científicas", ou seja, cria-se uma necessidade e tem-se o objetivo.
2º) Pensa-se no que se precisa e como se vai arranjar, isto é, organiza-se o trabalho com uma finalidade e, assim, tem-se o material necessário.
3º) Pensa-se como e o que fazer.
4º) Começa-se a "fazer" e os alunos vão seguindo as instruções/ideias sucessivas. Vai havendo necessidades que vão sendo colmatadas e resolvidas à medida que aparecem. Assim, são resolvidos problemas e são criadas soluções e, assim, aprendem os procedimentos a seguir nas várias situações.
5º) Chega-se ao produto final, à conclusão.
6º) No final ou na aula seguinte, há, então, a sistematização e explicação científica acerca dos conteúdos trabalhados.
A proposta metodológica apresentada para trabalhar o conteúdo programático "Os alimentos como veículo de nutrientes" foi "Vamos cozinhar uma refeição".
Seguindo um guião, os alunos, em grupo:
-analisaram rótulos (2 horas);
-fizeram trabalho experimental (1 hora);
-confecionaram e analisaram uma refeição (2 horas).
Por fim, houve a sistematização feita através do preenchimento de um mapa conceptual.
Assim, os alunos chegaram ao final do percurso a saber:
-indicar os nutrientes que constituem os alimentos;
-dar exemplos de alimentos ricos em cada um dos nutrientes;
-dominar o vocabulário utilizado nos rótulos dos alimentos;
-consultar rótulos para seleção de alimentos;
-indicar regras para uma alimentação saudável;
-cumprir regras de higiene na manipulação de produtos alimentares;
-cumprir regras de trabalho em laboratório;
-procurar e pesquisar as informações;
-expor as ideias de forma clara e organizada.
A professora Margarida da Franca apresentou, ainda, um outro percurso pedagógico, este para o conteúdo "A qualidade da água":
1) Faz-se uma infusão feita com terra, folhas mortas, etc.
2) Uma semana depois, observam-se os seres vivos que se desenvolveram.
3) Compara-se esta água com a encontrada na natureza em lagos ou riachos com pouco caudal.
4) Lança-se a pergunta: "Podemos beber esta água?"
5) Cria-se a necessidade de preparar a água para beber.
Prepara-se, então, um circuito em que os alunos:
-decantam e filtram a água primeiro em areia e depois em papel de filtro;
-fervem a água;
-acrescentam lixívia;
-realizam a destilação.
Os alunos vão observando, diretamente ou com microscópio, os diversos estádios da água após cada tratamento e comparam com o inicial.
Eles percebem, assim, que a água, que no fim está quase incolor e não apresenta microrganismos visíveis, é a mesma que, no início, estava muito suja. Ficam, também, a conhecer o processo de tratamento da água para consumo.
Foi um excelente momento de partilha.
Muito obrigada, Margarida!
Antes da apresentação desses percursos, referiu o contributo que as Ciências Naturais podem prestar para formar o cidadão consciente e capaz de enfrentar o mundo atual em profunda e constante mudança:
-contribui para a elaboração de novas estruturas conceptuais através da atividade experimental;
-facilita a compreensão do mundo natural e tecnológico em que vivemos ao desenvolver uma metodologia experimental;
-promove a integração na comunidade, no sentido da procura da qualidade de vida e da defesa do consumidor;
-contribui para a tomada de consciência da responsabilidade individual ao nível da saúde, como bem comum;
-sensibiliza para a relevância dos novos conhecimentos da Biologia e da Física e Química na melhoria das condições de vida.
Assim:
1º) Pensa-se na finalidade, partindo do que se pretende obter, sem palavras"caras" ou muito "científicas", ou seja, cria-se uma necessidade e tem-se o objetivo.
2º) Pensa-se no que se precisa e como se vai arranjar, isto é, organiza-se o trabalho com uma finalidade e, assim, tem-se o material necessário.
3º) Pensa-se como e o que fazer.
4º) Começa-se a "fazer" e os alunos vão seguindo as instruções/ideias sucessivas. Vai havendo necessidades que vão sendo colmatadas e resolvidas à medida que aparecem. Assim, são resolvidos problemas e são criadas soluções e, assim, aprendem os procedimentos a seguir nas várias situações.
5º) Chega-se ao produto final, à conclusão.
6º) No final ou na aula seguinte, há, então, a sistematização e explicação científica acerca dos conteúdos trabalhados.
A proposta metodológica apresentada para trabalhar o conteúdo programático "Os alimentos como veículo de nutrientes" foi "Vamos cozinhar uma refeição".
Seguindo um guião, os alunos, em grupo:
-analisaram rótulos (2 horas);
-fizeram trabalho experimental (1 hora);
-confecionaram e analisaram uma refeição (2 horas).
Por fim, houve a sistematização feita através do preenchimento de um mapa conceptual.
Assim, os alunos chegaram ao final do percurso a saber:
-indicar os nutrientes que constituem os alimentos;
-dar exemplos de alimentos ricos em cada um dos nutrientes;
-dominar o vocabulário utilizado nos rótulos dos alimentos;
-consultar rótulos para seleção de alimentos;
-indicar regras para uma alimentação saudável;
-cumprir regras de higiene na manipulação de produtos alimentares;
-cumprir regras de trabalho em laboratório;
-procurar e pesquisar as informações;
-expor as ideias de forma clara e organizada.
A professora Margarida da Franca apresentou, ainda, um outro percurso pedagógico, este para o conteúdo "A qualidade da água":
2) Uma semana depois, observam-se os seres vivos que se desenvolveram.
3) Compara-se esta água com a encontrada na natureza em lagos ou riachos com pouco caudal.
4) Lança-se a pergunta: "Podemos beber esta água?"
5) Cria-se a necessidade de preparar a água para beber.
Prepara-se, então, um circuito em que os alunos:
-decantam e filtram a água primeiro em areia e depois em papel de filtro;
-fervem a água;
-acrescentam lixívia;
-realizam a destilação.
Os alunos vão observando, diretamente ou com microscópio, os diversos estádios da água após cada tratamento e comparam com o inicial.
Eles percebem, assim, que a água, que no fim está quase incolor e não apresenta microrganismos visíveis, é a mesma que, no início, estava muito suja. Ficam, também, a conhecer o processo de tratamento da água para consumo.
Foi um excelente momento de partilha.
Muito obrigada, Margarida!
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5ºEncontro Aprender em Partilha
"Ler a Natureza" - Partilha do Departamento de Ciências Experimentais (2ºCiclo) - Uma Aula de Campo
Ao nível do 2ºCiclo, o professor Joaquim André apresentou uma das estratégias utilizadas para trabalhar as rochas, um dos conteúdos do programa de Ciências Naturais: uma aula de campo.
Este docente iniciou a sua apresentação indicando alguns fatores favoráveis à realização das aulas de campo:
-descoberta de habitats nos vários ambientes;
-observação e registo de imagens ou entrevistas;
-interdisciplinaridade;
-o conhecimento da natureza, observando "in loco" e com o auxílio de instrumentos auxiliares de observação;
-o estímulo dos vários sentidos, de forma lúdica e interativa;
-outras formas de leitura que não a dos textos.
Também salientou o papel do professor na aula de campo:
-fazer o planeamento;
-fazer de mediador entre os conhecimentos existentes nos ambientes visitados e o aluno;
-ser orientador do processo;
-ser guia e mediador do processo ensino-aprendizagem;
-ser orientador no processo de completamento e consolidação dos conhecimentos adquiridos em contexto de sala de aula com a leitura da realidade do mundo vivo.
Por fim, mostrou algumas fotografias tiradas ao longo de uma aula de campo.
Obrigada pela partilha, Joaquim André!
Este docente iniciou a sua apresentação indicando alguns fatores favoráveis à realização das aulas de campo:
-descoberta de habitats nos vários ambientes;
-observação e registo de imagens ou entrevistas;
-interdisciplinaridade;
-o conhecimento da natureza, observando "in loco" e com o auxílio de instrumentos auxiliares de observação;
-o estímulo dos vários sentidos, de forma lúdica e interativa;
-outras formas de leitura que não a dos textos.
-fazer o planeamento;
-fazer de mediador entre os conhecimentos existentes nos ambientes visitados e o aluno;
-ser orientador do processo;
-ser guia e mediador do processo ensino-aprendizagem;
-ser orientador no processo de completamento e consolidação dos conhecimentos adquiridos em contexto de sala de aula com a leitura da realidade do mundo vivo.
Por fim, mostrou algumas fotografias tiradas ao longo de uma aula de campo.
Obrigada pela partilha, Joaquim André!
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5ºEncontro Aprender em Partilha
"Ler a Natureza" - Partilha do Departamento de Ciências Experimentais (3ºCiclo)
Ontem realizou-se o 5ºEncontro "Aprender em Partilha" que se denominou "Ler a Natureza".
A representar o 3º Ciclo do Departamento de Ciências Experimentais esteve a docente Cristina Piteira que apresentou atividades experimentais para a observação de fatores abióticos na germinação.
Obrigada, Cristina!
A representar o 3º Ciclo do Departamento de Ciências Experimentais esteve a docente Cristina Piteira que apresentou atividades experimentais para a observação de fatores abióticos na germinação.
Obrigada, Cristina!
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5ºEncontro Aprender em Partilha
3.5.15
5ºEncontro Aprender em Partilha
No próximo dia 7 de maio, quinta-feira, pelas 16 horas e 30 minutos, no auditório da Escola Básica Alexandre Herculano, realizar-se-á o 5º Encontro "Aprender em Partilha", cuja temática será "Ler a Natureza".
Será uma abordagem às práticas pedagógicas promotoras da literacia científica pelos vários departamentos curriculares: Pré-Escolar, 1ºCiclo e Ciências Experimentais (2º e 3º Ciclos).
Também estará presente a Professora Vanda Salvaterra, docente da Escola Secundária Sá da Bandeira. Esta docente, licenciada em Biologia, tem orientado estágios profissionais e é formadora no âmbito das Ciências Experimentais.
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5ºEncontro Aprender em Partilha
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