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8.3.19

OFICINA da ILUSTRAÇÃO


Apreciação das diferenças entre aguarelas nos domínios de ILUSTRAÇÃO CIENTÍFICA versus ILUSTRAÇÃO “LIVRE”

A ILUSTRAÇÃO CIENTÍFICA pretende representar com rigor o motivo. Por exemplo, para ilustrar uma planta, o ilustrador deve representar exatamente as cores, as nervuras das folhas, as texturas das pétalas, as ramificações das raízes, etc.

Apreciem estes trabalhos de Pierre Joseph Redoute (1803 e 1807), in L’Art de l’Aquarelle (junho – setembro 2017). 

Apesar da utilização crescente da fotografia, os trabalhos dos ilustradores científicos continuam a ser muito valorizados em Ciência, porque representam fielmente o motivo real, mesmo os detalhes que a fotografia não reproduz.






ILUSTRAÇÃO "LIVRE" pretende dar espaço à criatividade do ilustrador. Por exemplo, para ilustrar uma planta, o ilustrador tem toda a liberdade para representar e recriar o que vê, bem como o que sente e o que pensa sobre as cores, as formas, as texturas, etc.

Apreciem estes trabalhos de Shirley Trevena e Lyn Evans, in L’Art de l’Aquarelle (dezembro 2016 – março 2017)







18.2.19

OFICINA da ILUSTRAÇÃO


DESAFIO: DESENHO a P&B de uma natureza morta – folhas e ramos secos


O ponto de partida:

Ilustração do livro “O Morcego Bibliotecário”, de Paulo Galindro (ilustração) e Carmen Zita Ferreira (texto);

Observação atenta de materiais e técnicas empregues;

Desenho a p&b, EM POSITIVO e EM NEGATIVO (APAGAMENTO), com os materiais: folhas brancas A3, paus e lápis de carvão, borrachas miolo de pão, spray fixador.

O ponto de chegada:

Ilustração de uma natureza morta - folhas e ramos secos;

O toque final: pastel seco em tons terras (sanguínea, ocre, verde).


Daniela Carreira

Filipa Ricardo

Madalena Espírito Santo


Obras de grande beleza, criatividade e plenas de interpretação pessoal...

PARABÉNS!




20.11.18

OFICINA da ILUSTRAÇÃO

DESAFIO: a LINHA e o PONTO (continuação)

No século XIX, artistas impressionistas, como Signac, Pissaro e
Seurat, exploraram o ponto, sobretudo para representar a cor.

Pontilhismo: desenhar com pontos – isolados ou concentrados, menores ou maiores, p&b ou cores, com formas diversas.

BARCOS no mar… Este motivo é trabalhado de forma diferente pelas nossas artistas Daniela e Íris. Observem com atenção:

Onde acaba o mar e começa o céu? Onde predomina o mar?
Em qual das paisagens é mais extenso o céu?
Que trabalho sugere o pôr-do-sol? Onde estão mais difusos 
os raios solares? Do amarelo, ao laranja, ao vermelho…
Quais as cores do mar? Azul? Verde? Ou uma mistura?
Vejamos os barcos: as formas, as cores… 
        Que elementos nos informam sobre os que estão mais próximos / distantes?
Experimentem observar estas obras em terços…

Bom trabalho!


Íris Santos


Daniela Carreira


 Pissaro (estudo a p&b)  Signac (Veneza)





12.4.18

No meio da escuridão surge a cor...

Os alunos da T1 da EB de Almoster receberam, no final do 2º período, a ilustradora Madalena Matoso e, como tal, iniciaram este novo período a ler uma obra ilustrada por ela. A escolha recaiu sobre o livro Quando eu nasci, da autoria de Isabel Minhós Martins.
Nesta obra, Madalena Matoso inicia o livro com um fundo escuro, de acordo com a primeira frase da narrativa: "Quando eu nasci nunca tinha visto nada. Só um escuro, muito escuro, na barriga da minha mãe." Segue-se a descoberta do mundo, das suas cores, dos seus cheiros, dos seus sabores, da sua beleza...
Após a narrativa e diálogo sobre a obra no seu conjunto narrativa-ilustração, os alunos foram desafiados a criar uma página colorida sobre um fundo escuro e o resultado foi este...















Parabéns! Ficaram fantásticos!