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22.5.19

OFICINA da ILUSTRAÇÃO – RECORDANDO…


DESAFIO: a LINHA e o PONTO
·                     
Quando a linha se transforma em ponto…
·                      
Desenho linear I: observar o motivo e desenhar os seus limites, sem olhar para o papel;
·                      
Desenho linear II: observar o motivo, memorizá-lo e desenhar os seus limites, sem olhar para o motivo.

Proibido: usar borracha. Já somos capazes!

Proibido: levantar o lápis do início até ao fim do desenho. Conseguiremos?





Quem reconhece o motivo? Os nossos LIVROS!
                      






Pontilhismo: desenhar com pontos – isolados ou concentrados, menores ou maiores, p&b ou cores, com formas diversas.





Quem reconhece o motivo? BARCOS no mar… ainda falta completar…

Eis o resultado: Fantástico!








Pontilhismo: desenhar com pontos – isolados ou concentrados, menores ou maiores, p&b ou cores, com formas diversas.

OFICINA da ILUSTRAÇÃO – RECORDANDO…


DESAFIO: Mês das Bibliotecas Escolares: "EU amo a BE"

Em grupo, realizámos uma chuva de ideias sobre o tema: "EU amo a BE";

Cada um dos participantes desenhou palavras e imagens que representam o que mais ama na nossa Biblioteca Escolar;

Obrigatório: usar cores primárias vermelho para o amor; azul para o Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano (a nossa cor); amarelo para...

Proibido: usar borracha. Impossível?

Eis o resultado: Alexandre Herculano ficaria orgulhoso!


CONVIDAMOS OUTROS ALUNOS A FREQUENTAR A OFICINA da ILUSTRAÇÃO EM 2019/20!

8.2.19

OFICINA da ILUSTRAÇÃO

      DESAFIO: DESENHO a P&B para o CONCURSO
 “UMA AVENTURA LITERÁRIA, 2019”

 A proposta da professora:
Leitura do livro Uma Aventura no Ribatejo, de Ana Mª Magalhães e Isabel Alçada;
Pesquisa de livros sobre o património natural e cultural de Santarém;
Desenho a p&b com os seguintes materiais: folhas pretas de cartolina A4, lápis e barras de  pastel seco brancos, spray fixador, papel vegetal A4, lápis de grafite HB/2B/4B, afias, borrachas.

A obra das artistas:
Ilustração de muralhas da cidade de Santarém, cavalos e campinos

Aqui fica um “cheirinho”… Do POSITIVO ao NEGATIVO...




13.4.17

Desafio à imaginação...do Rafael Raimundo


A partir da ilustração do Rodrigo, o Rafael Raimundo criou a história...

Coisas de Gato

 Era uma vez um mundo em que os gatos dominavam tudo e todos. Nesse mundo, os gatos viviam em paz, dormiam em cima das árvores e dos prédios e mudaram o nome de muitas atrações turísticas. Assim a “Disneyland” passou a denominar-se “Gatoland”, o “Monte Everest” ficou “Monte Felino”. Os cães, coitados, foram feitos escravos. Os humanos tinham abandonado o planeta, pois os gatos eram muito mais fortes e ágeis do que eles. O Monte Rushmore que antes representava quatro conhecidos presidentes dos Estados Unidos da América, agora representava três dos gatos mais importantes da história e o rei dos gatos da América, Europa e África, o gato Tareco. Já do outro lado do mundo, colada em todos os edifícios e autocarros, estava a fotografia do rei dos gatos da Ásia e da Oceânia, o gato Izabo.
Um dia, o rei Izabo embebedou-se com rum para gato e decidiu atacar o território do rei Tareco. Isto originou uma guerra mundial. Um gato chamado Bonifácio apercebeu-se deste problema e saiu do planeta. O gato Traquinas fechou-se num antigo bunker.
Com a guerra a bombar, nenhum canto da Terra era seguro. A primeira cidade a cair foi Nova Iorque, seguida de Nova Deli e de Gatomala, capital de Gatomala, antiga Guatemala.
Em Gashington DC., o gato rei Tareco perguntou ao seu conselheiro, o gato Gatrump:
- Meu conselheiro, diz-me o que fazer para acabar com a guerra!
O gato Gatrump, sem hesitar, respondeu:
- Por que não chamar o Gatindiana Jones para encontrar e enterrar o machado de guerra?
E assim foi. Gatrump foi a Gatindianapólis à procura de Gatindiana Jones. Infelizmente, ele estava em reunião com Gatcuuck Norris em nova Nova Jersey e foi para lá que se dirigiu Gatrump.
Chegado à cidade, encontrou Gatindiana Jones num bar a ver um programa qualquer de televisão.
- Sr. Gatindiana Jones! – chamou Gatrump.
De repente, o bar enche-se de gritos eufóricos e Gatindiana Jones esclarece:
- O gato Cristiano Gatinaldo é o melhor jogador de futebol do mundo!
Acalmada a euforia de verem Cristiano Gatinaldo, Gatrump descreve a missão ao aventureiro Gatindiana Jones.
- Só aceito com uma condição!!! – gritou Gatindiana Jones. – Deixarem-me levar o meu grande amigo James Gatobond.
E assim foi. Os dois amigos forma procurar o machado a Paris. Revolveram os cantos e recantos da cidade luz e foram à Torre Gateiffel. Nada…não encontraram o machado.
A seguir foram infiltrados em Hong Kong. Estavam num bar a beber uns compôs (de água) e arranjaram uma briga. É claro que eles derrotaram os seus atacantes com tacos de basebol.
Depois foram a Michu Picchu, no Peru. Passaram pelas 7 maravilhas do mundo e mais algumas. Percorreram e vasculharam todos os lugares do mundo e não encontraram o machado.
- Perdi a esperança! – exclamou James Gatobond.
A esperança nunca está perdida! – disse alegremente Gatindiana Jones – Eu sempre soube com quem está o machado.
- Onde? – interrogou James Gatobond.
- Não te posso dizer. – respondeu o aventureiro- mas garanto-te que amanhã já não haverá guerra.
Gatobond foi para casa e Gatindiana Jones para Gashington DC com um grande plano em mente.
Gatrump estava sozinho em casa, orgulhoso de si mesmo. Tinha enganado o presidente, Gatindiana Jones e James Gatobond. Saltou para a sua cama real e pôs-se confortável. De repente, o conselheiro de Tareco ouviu o som de um vidro a partir-se.
- Apanhei-te, gato mau! – gritou Gatindiana Jones depois de partir a janela do quarto de Gatrump. Tu tens o machado de guerra! Qual o melhor sítio para esconder um machado? - disse o aventureiro olhando em sua volta. Já sei!
Gatindiana Jones saltou para baixo da cama de Gatrump e achou o machado de guerra.
O aventureiro fugiu para o deserto mais inabitável do mundo. Quando lá chegou escavou um buraco, pôs lá o machado e tapou-o muito bem.
Depois deste ato, a guerra acabou!
Gatrump foi preso.
Bonifácio voltou à Terra
Traquinas saiu do bunker.
Tareco tinha novamente o domínio total da América e da África e ia agora condecorar Gatindiana Jones e James Gatobond.
- Tareco!!!!
Tareco acabara de acordar com o grito do seu dono. Já não possuía a América, a Europa e a África.
Era apenas um gato comum, pois tudo aquilo que ele vivera durante estes dias não passava de um sonho.

Sonhos, aventuras, domínio de tudo e de todos. Estas palavras não são meras palavras. Estas palavras são coisas de gato.

Parabéns, Rafael Raimundo!

Rodrigo, estás contente com  mais esta a história criada a partir da tua ilustração?

Desafio à imaginação...da Diana Barreto


A partir da ilustração do Rodrigo, a Diana imaginou a história...


A troca

Era uma vez um cão chamado Joel. Joel era um cão novinho, laranja e brincalhão. Gostava de brincar com o seu dono Rui ao jogo  <<taco>>, que consistia em o Rui esconder o taco e Joel tinha de o encontrar. Os dois moravam na cidade de Antuérpia, na Bélgica, pois Rui era emigrante. Rui encontrara Joel durante a viagem do aeroporto de Andenne para o apartamento que tinha comprado. Entretanto Rui encontrara emprego no restaurante Trésor, de comida francesa. Meses depois já tinha uma casa com jardim, no meio da industrializada cidade.

Um dia, os dois amigos estavam a brincar ao <<taco>> num jardim público. De repente uma nuvem cobre Rui e Joel, e deixa-os inconscientes. Quando recuperaram os sentidos, alguns minutos depois, Joel tinha corpo de humano e Rui corpo de cão, mas cada um tinha a sua cabeça como antes.
Ficaram em pânico: Rui estava desorientado, pois não conseguia falar, e Joel não tinha controlo para as mãos e pés, fazendo com que parecesse um maluco e com que fosse contra uma árvore. Quando a calma se instalou, respiraram fundo e pensaram como comunicavam antes: jogando ao jogo <<taco>>.

Jogaram durante horas, embora não resultasse. Ficaram com fome, mas não sabiam o que fazer: Joel não tinha o controlo dos membros e tinha cabeça de cão, o que era estranho, e Rui não podia falar, só ladrar, e tinha corpo de cão. Então decidiram que Joel iria com Rui ao colo, tapando a cara de cão, e Joel falaria, enquanto Rui abria a boca fingindo estar a falar.


O restaurante era animado e estava praticamente cheio. O Rui estava numa mesa central. De qualquer lado, um cliente podia vê-los . De repente, a água que estavam a beber, formou uma bola e enrolou-os,  metendo-os novamente inconscientes. Mais tarde, acordaram fora do restaurante com um papel colado na camisa de Rui: “Les chiens ne sont pas autorisés” (“ Não são permitidos cães”).

Parabéns, Diana!
Gostas da história para a tua ilustração, Rodrigo?

Desafio à imaginação...do Rafael Vieira


A partir da ilustração feita pelo Rodrigo Afonso, o Rafael Vieira imaginou a história...

O Gato Pataroco


O gato Pataroco era um gato que gostava de viajar no tempo. Ainda não vos disse, mas o gato Pataroco era muito especial, pois podia falar. Ele parecia estranho, mas não gozem, pois as aparências não interessam. Como o Capitão América diz: “Todos somos importantes”.
- Ó meu Deus, tanto sossego! Estou farto disto! – dizia Pataroco a olhar pela vidraça da janela.
Jonathan, o seu vizinho, estava sempre a tentar animá-lo, embora não o conseguisse.
- Ei, Pataroco! Sou eu, o teu vizinho, abre a janela!
- Não!
- Tenho uma surpresa para ti!
O gato Pataroco, assim que ouviu a palavra surpresa, foi rapidamente abrir a porta.
- Então diz lá qual é a surpresa!
Ao longo destes anos que somos vizinhos e amigos, nunca te consegui animar, mas hoje vou animar-te! Tenho a certeza!
- Por quê?
- Porque o que te trago pode mudar a minha vida e a tua!
- Huummm! Duvido!...
- Abre a caixa.
Pataroco abriu, então, a caixa e ficou a olhar lá para dentro…
- Uau! O que é?
- Não adivinhas?! É uma máquina do tempo!
- O quê? Uma máquina do tempo? Não acredito!
- Acredita, amigo, é verdade! Podemos viajar para o passado e para o futuro.
- Bora lá…vamos experimentar!
A máquina bem pequena era uma bola com um botão vermelho.
- Então, diz-me lá como é que esta máquina funciona!
- É fácil! Agarramos na bola, clicamos no botão e dizemos o ano…
Pataroco pegou na bola e disse:
- Quero viajar 500 anos para o futuro…
Nada aconteceu...Pataroco, já amuado, vai para a rua com Jonathan…
- O que é isto!? Carros voadores!? Afinal funciona!!! – exclama Pataroco impressionado.
- Ei! Olha para ali! – grita Jonathan apontando apara um prédio com mais de setenta andares.
- Mas como é possível? – perguntava Pataroco perplexo com tudo o que o rodeava.
Jonathan pegou na máquina do tempo e disse:
- Ainda há mais...leva-nos para o ano 711…
Mais uma data…mais uma viagem…e o inacreditável aconteceu…
- Uau! Acho que já estudei isto! – exclamou Pataroco.
- Claro que já! É a invasão muçulmana na Península Ibérica.
- Uau! Nunca esperei ficar tão feliz! Obrigado, meu amigo!
- Espera! Tenho mais para te mostrar! Vamos até ao ano 1986…
E lá foram eles, mas desta vez a emoção transborda dos seus corações.
O Pataroco olhou à sua volta…
- Que beleza! – diz Pataroco em voz baixa surpreendido por estar a ver a cidade onde tinha nascido.
Mas mais surpreso ficou quando, ao virar-se para trás, se viu com poucos meses de idade.
- Olá, bom dia! – disse uma voz doce e amiga.
- Olá! Onde estão os teus pais? – perguntou Pataroco.
- Estão em casa!
- Obrigado! – agradeceu Pataroco que, de imediato, se virou para Jonathan e lhe perguntou:
- Podemos ir a minha casa?
- Para quê?
- Quero ir ver os meus pais…
Caminharam, em silêncio, durante breves minutos. Quando chegaram a casa dos pais de Pataroco, entraram e lá estavam eles…
Pataroco, emocionou-se ao revê-los…há muitos anos que não se sentia tão feliz…as lágrimas saltitavam umas atrás das outras e escorriam-lhe até à ponta do nariz…
- Chega! Vamos para casa!
- Ok! Vamos lá!
Pegaram na máquina do tempo e regressaram a casa. Durante a viagem pelo tempo, Pataroco refletiu sobre a sua maneira de ser e disse:
- Nunca mais vou ser desmancha prazeres! Vou ser sempre feliz!

A partir daí, começou a simpatizar com todos os que habitavam no bairro, fez muitos amigos, enamorou-se da Pituxa, tiveram dois filhos e todos o viam com um ar feliz.

Parabéns, Rafael Vieira!
Rodrigo, está parecida com a história que imaginaste?

Desafio à imaginação...da Diana Barreto


A partir da mesma caixa de fósforos, a Diana Barreto imaginou a história

O fogo

Era uma vez, uma família parisiense que morava perto da Torre Eiffel. Era composta pela mãe, Cécile, pelo pai, Roger, e pela sua filha, Jacqueline. Cécile trabalhava num café, chamado Rêver, e Roger era um homem de negócios.

Um certo dia, Jacqueline tinha uma visita de estudo à torre Eiffel, aproveitando o concerto do artista francês Renaud. Quando chegaram ao monumento, havia um cheiro a queimado no ar. Olharam para todo o lado até que se percebeu de onde vinha o fogo: da Torre Eiffel. Cécile acolheu as crianças no seu café, enquanto ligava para os bombeiros.


Os bombeiros chegaram em 5 minutos e descobriram que o fogo vinha de uma aparelhagem de Renaud.

Muito bem, Diana!
Que achas desta história, Luís?

Desafio...à imaginação da Maria


A partir das ilustrações do Luís Magro representadas numa caixa de fósforos, a Maria Machado, que frequentou a Oficina de Escrita ao longo do ano na biblioteca da Alexandre Herculano,imaginou a seguinte história.

Uma viagem a Paris

Era uma vez uma família que sonhava com uma viagem a França, para ser mais preciso, a Paris.











Um dia, a família decidiu viajar para Paris. Quando lá chegaram, não sabiam onde ficavam os monumentos mais importantes desta cidade, pelo que decidiram comprar um mapa de Paris.





Foram, então, ao Museu do Louvre, tiraram algumas fotografias e entraram lá dentro…depois foram à Torre Eiffel, onde ficaram espantados com a altura da torre.

Ao chegarem a casa, reviram as fotografias e colocaram-nas no Facebook.

Muito bem, Maria!

Que achas, Luís? Ficou parecida com a história que imaginaste?

Um desafio à imaginação...do Rodrigo

Na mesma sessão da Oficina de Ilustração, o Rodrigo Afonso optou por uma única ilustração feita com papel de revista e canetas de feltro...



....que resultou neste excelente trabalho.


Parabéns, Rodrigo!

Quem quer imaginar uma história para esta ilustração?

Um desafio à imaginação...do Luís

Numa sessão da Oficina de Ilustração que decorreu ao longo do ano letivo na Biblioteca Escolar da EB Alexandre Herculano o desafio foi imaginarem uma história que ficaria apenas "na sua cabeça" e fazerem a respetiva ilustração.

O Luís Magro utilizou uma caixa de fósforos e representou nela várias fases da sua história.









Parabéns, Luís! Ficou fantástico!

Conseguem imaginar a história?

1.12.16

Oficina de Ilustração - 6ª Sessão

Mais uma sessão...mais um desafio: concorrer ao Concurso "7 dias, 7 dicas sobre os media".
Este concurso é uma iniciativa promovida pela Rede de Bibliotecas Escolares (RBE), em parceria com a Comissão Nacional da Unesco (CNU), a Direção-Geral da Educação (DGE), a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), a Fundação PT (FPT) e a Secretaria Geral da Presidência de Conselho de Ministros (SGPCM).
São objetivos do concurso contribuir para fomentar na comunidade educativa, particularmente nos alunos, uma utilização mais segura da internet; o uso crítico e criativo dos media; a liberdade de expressão e o respeito pelos direitos de autor.
São aceites duas tipologias distintas de trabalhos:
Tipologia 7 dicas (apresentações eletrónicas ou cartazes);
Tipologia narrativa (banda desenhada ou vídeos).

Num primeiro momento, leram várias tiras de banda desenhada, disponibilizadas no site da Segura Net, sobre as várias temáticas que os trabalhos devem abordar.


Posteriormente, os primeiros esboços...


Esboço da autoria do Rodrigo

Esboço da autoria do Luís



Esboço da autoria da Maria


25.11.16

Oficina de Ilustração - 5ª Sessão

Nesta sessão, os alunos contactaram com alguns trabalhos de Alex Solis, um talentoso designer e ilustrador que utiliza objetos ao seu redor, ou mesmo as suas mãos, para produzir os seus desenhos.



Após observação de alguns trabalhos deste ilustrador, foram desafiados a seguir a mesma estratégia e o resultado foi este.

O Rodrigo utilizou uma borracha
O Luís utilizou um horário escolar


16.11.16

Oficina de ilustração - 3ª e 4ª sessão

Nesta última sessão, experimentaram as diferentes cores dos diversos materiais de pintura que tinham à sua disposição. De seguida, construíram um trabalho de comunicação visual plástica, com base na experiência anterior e num tema à sua escolha.
Posteriormente, reproduziram o seu trabalho, substituindo os materiais de pintura por papel de seda, cartolina, tecido ou goma EVA.

Trabalho da Maria Machado

Na 2ª versão do trabalho, a Maria optou pela goma EVA e pelo papel de seda

O trabalho do Luís Magro

Na 2ª versão do trabalho foi utilizado o papel de seda e goma EVA





Trabalho do Rodrigo

A 2ª versão do trabalho foi criada com papel de seda



Trabalho da Ana Matilde

Na 2ª versão, a Ana Matilde utilizou tecido


Trabalho da Sara Pereira

Na 2ª versão do trabalho, a Sara utilizou papel de seda

28.10.16

Oficina de Ilustração - 2ª sessão

Neste segundo dia da Oficina de Ilustração, dedicada à descoberta da forma, os alunos tiveram à sua espera três desafios.
Num primeiro momento, com os materiais que tinham à disposição, recortaram diferentes formas que colaram numa folha.



A Maria Machado a colar as várias formas
As formas recortadas pela Maria


As formas recortadas pelo Rodrigo

As formas recortadas pelo Luís




















Num segundo momento, construíram um trabalho de comunicação visual plástica, com base na experiência anterior e num tema à sua escolha.

O Rodrigo na fase final da construção do seu crocodilo


Obra do Rodrigo
Obra da Maria


Obra do Luís






















Na última etapa, tiveram de reproduzir a sua obra, construindo-a com objetos e fotografaram-na.

O Luís a finalizar o seu barco
 
Barco construído com meia caixa de ovos, um lápis, um balão e uma mola

Corações construídos com asas de sacos de papel, linhas e cordel

Crocodilo construído com uma caixa de ovos revestida com papel frisado e um copo de plástico na cabeça