9.3.17

Recordando Alexandre Herculano...

Hoje, dia 9 de março, recordamos Alexandre Herculano...

Imagem retirada do blogue da RBE

"Alexandre Herculano de Carvalho Araújo (1810-1877) foi poeta, romancista, historiador e ensaísta. Atravessa a sua obra uma profunda coerência, seguindo um programa romântico-liberal que norteou não apenas o seu trabalho mas também a sua vida (...)"
                                                      Extraído do site Ensina RTP


A Voz

É tão suave ess'hora,
Em que nos foge o dia,
E em que suscita a Lua
Das ondas a ardentia,

Se em alcantis marinhos,
Nas rochas assentado
O trovador medita
Em sonhos enleado!

O mar azul se encrespa
Coa vespertina brisa,
E no casal da serra
A luz já se divisa.

E tudo em roda cala
Na praia sinuosa,
Salvo o som do remanso
Quebrando em furna algosa.

Ali folga o poeta
Ños desvarios seus,
E nessa paz que o cerca
Bendiz a mão de Deus.

Mas despregou seu grito
A alcíone gemente
E nuvem pequenina
Ergueu-se no ocidente:

Ali folga o poeta
Nos desvarios seus,
E nessa paz que o cerca
Bendiz a mão de Deus.

Mas despregou seu grito
A alcíone gemente
E nuvem pequenina
Ergueu-se no ocidente:

Para continuar a ler o poema clique aqui (...)

Em relação ao nosso jovem poeta, é Rafael Vieira que escreveu o poema "A minha Família"

A minha Família

Desde que nasci
Eu já percebi
Que a minha Família
é o melhor que está aqui.

Sempre a ajudar
E não conseguem parar
mas quando é preciso
também sabem ralhar.

O que eu mais odeio
é quando me obrigam a estudar
mas eu compreendo
é para eu passar.

A minha Família
inscreveu-me no futebol
Talvez um dia
eu seja como Puyol

A minha família
é muito especial
pois tem um grande
gosto cultural.

Na minha festa de anos
recebi uma grande surpresa
quando eu entrei em casa
parecia da realeza.
Tão bonito, tão elegante
parecia um comandante.

Nesse momento estava
com muita alegria
quando entrei na sala
eu até gemia
com a quantidade
de presentes que via.

No Natal
Natal,muito eu esperava
e quando olhava
para a Árvore de Natal
até pasmava.

Na Páscoa,
uma partida me pregavam
escondiam os ovos
e eu é que os procurava.

No Dia de São Valentim
a minha família
ajuda-me a comprar
os presentes para
à minha namorada entregar.

No dia de São Martinho
castanhas eu comia
e quem é que as comprava?
A minha família.

Como viram, da minha família
há muito para dizer
se eu continuasse
cansava-me de escrever.

Obrigado, Pai,
Tio, tia, Avó, Avô!
Desculpem-me,
mas o poema acabou!

                  Rafael Vieira
                  EB Alexandre Herculano





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